Aromaterapeuta dá 5 dicas para recarregar as energias antes do fim do ano

Segunda-feira 30 Novembro 2020 / Saúde e Bem Estar

Imagem de Steve Buissinne por Pixabay

É comum o corpo pedir aquele descanso quando vamos chegando ao fim do ano, principalmente neste período de pandemia em que muitas das nossas atividades favoritas não puderam ser realizadas. Pensando no reequilíbrio das emoções, a terapeuta floral e aromaterapeuta Márcia Rissato revela 5 dicas de como se energizar antes do fim de 2020, com base em seu primeiro livro, "Frases e Flores do Dr. Edward Bach". Assim, você terá um mês para aliviar seu corpo do estresse físico e mental dos últimos meses.

1 – Mire na linha de chegada

De acordo com a especialista, Dr. Edward Bach ensinava que devemos seguir em frente, com alegria e gratidão, atentos na recompensa da chegada, mesmo com todos as dificuldades da caminhada. 

2 – Liberte-se

Márcia Rissato afirma que, com a proximidade do final de ano, é preciso se libertar da dor e tentar se desapegar das coisas negativas.

3 – O poder do silêncio

A especialista ressalta que é tempo de silenciar e olhar para dentro de si. Ela afirma que a desarmonia ocorre quando existe um desequilíbrio interno. Portanto, acredite no poder do silêncio.

4 – Autogentileza

Saiba que o amor é a base de tudo. Valorize cada detalhe da vida, por mais simples que eles sejam. Tudo o que for feito deve ser norteado pelo amor e de forma especial, principalmente quando as atitudes forem em relação a nós mesmos. Seja gentil consigo para encontrar amor no seu interior.  

5 – Felicidade = Bom humor + tranquilidade

Nos momentos em que estiver impaciente, lembre-se que com tranquilidade e bom humor é possível atingir a felicidade, a plenitude. Essas são armas poderosas para atingir esse objetivo. Por isso, é necessário ser gentil e saber perdoar.

Marcia Rissato (Foto: Divulgação)

Quem quiser aproveitar as sugestões acima e complementar a experiência com o uso de florais de Bach e óleos essenciais, fica a dica extra: a aromaterapeuta ajuda a escolher as melhores opções para se reenergizar através de direct message no instagram @floraisearomas. 

Por: REDAÇÃO DELOOX

Estudo mostra que mulheres jovens correm mais riscos de sofrer um AVC do que os homens

Sexta-feira 13 Novembro 2020 / Saúde e Bem Estar

Dr. Elias Tanus (Foto: Divulgação)

Uma pesquisa publicada no periódico Stroke, da American Heart Association, revelou que a incidência de ser ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC) é maior em mulheres jovens. Uma grande amostra aleatória de um banco de dados de sinistro foi examinada, no período de 2001 a 2014, de segurados americanos.

Os estudiosos analisaram o número de AVCs isquêmicos ou causados por coágulos com base nas internações hospitalares. Não houve diferença entre homens e mulheres entre 15 e 24 anos e aqueles que tinham 75 anos ou mais. No entanto, mulheres jovens, entre 25 e 44 anos, sofreram mais derrames do que os homens da mesma faixa etária.

Segundo os autores, existe uma sensação de “segurança” de que as mulheres não têm tantos AVCs porque o estrogênio na pré-menopausa pode ser um protetor para eventos cardiovasculares, mas essa análise prova que essa suposição é falsa.

Um outro estudo recente holandês mostrou que a incidência de qualquer AVC em jovens aumenta com a idade e é maior em mulheres do que em homens de 18 a 44 anos. Na América Latina, o AVC é a segunda principal causa de morte na maioria dos países e, à medida que a população envelhece, mais casos são previstos.AVC (Foto: Divulgação)

Um exemplo é a publicitária Raquel Malafaia, que sofreu um AVC com 29 anos, em março de 2019. “O primeiro sintoma foi uma dor muito forte, como se estivesse lá dentro do olho esquerdo. Essa dor permaneceu todos os dias durante algumas semanas, mais ou menos em um período de quase um mês. Porém, ao invés de diminuir, ela ia se agravando cada vez mais ", disse ela.

Malafaia comenta que os primeiros sintomas que apareceram foram formigamentos do lado superior direito – braço, mão, dedos, costas, bochecha e até na língua. "Resolvi falar para a minha amiga, que dividia apartamento comigo, que algo estava estranho, porém a fala me faltou. Eu estava totalmente consciente e sabendo que o meu raciocínio não estava acompanhando a minha língua". Ao chegar no hospital, o diagnóstico foi a ocorrência de cinco pequenos AVCs em um período de aproximadamente um mês. "Foram sete dias de internação e um diagnóstico um tanto quanto raro: 'Síndrome do Moya Moya'", conta ela.

Raquel Malafaia (Foto: Arquivo pessoal)

De acordo com os últimos dados do World Stroke Organization, o Annual Report 2019, a cada dois segundos alguém no mundo tem um Acidente Vascular Cerebral, 6,5 milhões de pessoas morrem todos os anos por causa de um AVC, uma em cada quatro pessoas terá um AVC ao longo de sua vida e 5 milhões ficaram incapacitados para vida toda.

O neurocirurgião endovascular Elias Tanus, à frente da clínica Stroke Rio Medical, afirma que o diagnóstico precoce é fundamental para se evitar grandes sequelas. “O resgate e atendimento precisam ser feitos entre quatro e seis horas para se ter o melhor resultado possível”, afirma o médico com mais de 10 anos de experiência na realização de cirurgias neurológicas.

Os sintomas na mulher que está sofrendo um AVC normalmente são fraqueza, dificuldade para respirar ou falta de ar, confusão, desorientação, náuseas, vômitos e alucinações. Já os sinais clássicos e característicos são rosto caído, fraqueza nos braços e dificuldade na fala.

“O AVC é uma doença crônica silenciosa, sendo extremamente perigosa, que faz anualmente um grande número de vítimas fatais e com sequelas. Queremos levar o conhecimento à população em geral de que é possível reverter esse quadro. É possível se salvar de um AVC através da observação precoce de sinais como boca torta, confusão mental, formigamento e perda de força de um dos braços, com um rápido diagnóstico e atendimento em até seis horas após o acidente vascular. O tempo e a informação são fundamentais para reverter esse quadro”, explica o neurocirurgião.

Dr. Elias Tanus (Foto: Divulgação)

 Leia: Menopausa precoce e infertilidade: até quando é possível engravidar? Especialistas tiram duvidas.

Por: REDAÇÃO DELOOX

Skincare em 6 passos: aprenda a cuidar da sua pele durante a primavera

Terça-feira 13 Outubro 2020 / Saúde e Bem Estar

Foto: Pixabay

A primavera 2020 chegou com altas temperaturas em todo país e, durante a estação mais florida do ano, os cuidados com a pele do rosto e do corpo precisam ser redobrados. Carolina Salomão, esteticista do Lach, Laboratório e Clínica, no Jardim Botânico, traz seis dicas valiosas para evitar o ressecamento da pele e recuperar o viço perdido nos dias mais frios.

A especialista explica que pele oleosa tem como característica o excesso de brilho natural e maior propensão à acne. As altas temperaturas fazem as glândulas sebáceas funcionarem intensamente e o resultado é o rosto ficar mais oleoso. Agora é o momento ideal para fazer os ajustes na rotina de skincare. Esses cuidados com o corpo e o rosto são fundamentais para manter a pele hidratada e livre de manchas durante toda a primavera.

Vamos às dicas!

1 – Boa alimentação e muito líquido

A hidratação da pele começa de dentro para fora. Não adianta passar inúmeros cremes e não se alimentar bem e esquecer de beber água. No inverno, com o clima mais frio, é comum escolher comidas mais quentes e gordurosas. Mas, na primavera, com a mudança de temperatura, aproveite para priorizar frutas e alimentos mais frescos. E não se esqueça de manter uma garrafinha de água sempre perto de você.

2 – Rotina de NÃO lavar o rosto duas ou três vezes ao dia 

Procure criar o habito de não lavar o rosto mais de três vezes ao dia, mesmo no período de altas temperaturas. Vale lembrar que não há exceção nem no uso sabonetes específicos para seu tipo de pele. É comum as pessoas extrapolarem o limite para se livrar do suor e tentar reduzir a oleosidade. Mas, esse excesso pode ser perigoso e produzir o efeito oposto. Exagerar na lavagem do rosto pode deixar a pele mais ressecada, sem viço e mais oleosa do que já é.

3 – Filtro solar sempre

Durante a primavera, as temperaturas costumam ser mais amenas e a exposição ao sol fica mais frequente até pintar o verão. Aquela premissa de não deixar de usar filtro solar, mesmo que esteja em casa, ainda prevalece. O hábito mantém a pele protegida dos raios solares e evita manchas. Vale ter um protetor solar específico para o corpo e um para o rosto, para potencializar o efeito do produto. Consulte um dermatologista para te indicar as melhores opções.

4 – Como prevenir cravos e espinhas

É natural que a mudança de estação provoque cravos e espinhas. Isso acontece porque a pele tende a ficar mais oleosa. Se você quer se prevenir, a dica é manter a pele sempre limpa com sabonetes e creme próprios para frear a oleosidade. Remover a maquiagem diariamente também é essencial para não entupir os poros. Argila verde com óleo essencial como bétula e/ou bergamota são ótimos para controlar a oleosidade. Se o seu problema for mais sério, consulte um profissional.

5 – Prefira produtos líquidos

Se você é do time das que amam os produtos cremosos, mude de ideia e invista nas versões líquidas ou em spray. A aplicação é mais confortável e traz sensação de frescor imediato ao rosto. Existem diversas marcas de protetor solar em spray. Esse tipo de produto ajuda a reduzir o surgimento de cravos e espinhas, reações mais comuns em quem tem a pele oleosa. Já para o sabonete, a dica é trocar o modelo em barra pela versão líquida.

6 – Cabelo oleoso

A correria do dia a dia deixa o cabelo com a aparência “suja”. Invista em shampoo a seco ou até mesmo em talco. Passe bem pouquinho no couro cabeludo e espalhe com movimentos circulares. Essa é uma dica rápida, prática e fácil de evitar a oleosidade.

Carolina Salomão, esteticista do Lach, Laboratório e Clínica (Foto: Divulgação)

 

Leia: Saiba como fortalecer seu sistema imunológico durante a quarentena

Por: REDAÇÃO DELOOX

Aprenda a proteger sua pele da acne durante a pandemia

Sexta-feira 02 Outubro 2020 / Saúde e Bem Estar

Foto: Pixabay

Durante a pandemia causada pelo coronavírus, a máscara facial tornou-se indispensável. Em algumas pessoas, o uso constante do novo acessório pode abafar a pele e aumentar a oleosidade, colaborando para o surgimento de acne. Porém, a proteção é de extrema importância, portanto, nada de abandonar ou evitar a máscara. Carolina Salomão, esteticista do Lach - Laboratório e Clínica, no Jardim Botânico, traz algumas dicas para manter a sua pele linda e saudável, mesmo utilizando um pano para se proteger do vírus. 

1 - Para vestir a máscara

É importante estar com as mãos limpas e o rosto bem cuidado (lavar, secar bem e hidratar). Não toque na parte frontal da máscara, nem fique passando a mão no rosto. Elas costumam levar impurezas e podem piorar a oleosidade.

2- Não use make por baixo

Primeiro, para não sujar e, segundo, para não engordurar. As maquiagens, em geral, têm um pouco de gordura, mesmo as de toque seco. Além disso, os resíduos da maquiagem ficam presos na trama da máscara, prejudicando a filtragem de partículas do ar, podendo comprometer a capacidade de reter bactérias e vírus, inclusive o próprio coronavírus. Também pode causar irritações, aumentar a oleosidade cutânea, favorecer o surgimento de acne, dermatite e até exacerbar a rosácea. Por isso, use a máscara com a pele limpa, sem maquiagem, independentemente de ser base, pó, blush ou batom.

3- Escolha a máscara ideal

Máscaras cirúrgicas e de EPI são para profissionais de saúde. Para exposição social, o ideal é optar pelas de algodão, sem tingimento e lavadas separadamente com sabão neutro ou sabão de coco. Isso evita alergias e irritações por atrito da pele com o tecido.

4 - Ao retirar a máscara, tenha cuidado

Lave o rosto com sabonete facial e use um tônico, ambos específicos para o seu tipo de pele e não deixe de hidratá-la. Mesmo para as peles oleosas, existem hidratantes seborreguladores. Para evitar ainda mais sensibilidade, dê uma pausa nos esfoliantes e produtos muito abrasivos. No lugar deles, invista em fórmulas ricas em ativos restauradores e calmante, com as ceramidas e vitamina E.

5 - Em casa, reforce os cuidados com a pele

Lavar, tonificar e hidratar com produtos adequados à sua pele, duas vezes ao dia, é importante mesmo que você não saia de casa. Evite lavar o rosto com água quente, etanol ou produtos irritantes.

6 - Cuidados com a máscara são importantes 

Além de lavar separadamente, é essencial retirar totalmente o produto usado para higienizar o tecido. Enxague bem e, em seguida, use um sabão neutro, glicerinado ou de coco. Resíduos de alvejantes ou desinfetantes podem levar a irritações, alergias e dermatites.

7- Cuida do seu bem estar mental

Lembre-se que o estresse pode provocar alterações na pele.

Carolina Salomão (Foto: Divulgação)

 

Leia: COVID-19 na gravidez - saiba o que fazer para proteger o bebê

Por: REDAÇÃO DELOOX

COVID-19 na gravidez: saiba o que fazer para proteger o bebê

Segunda-feira 21 Setembro 2020 / Saúde e Bem Estar

Imagem de Pexels por Pixabay

Diversos estudos têm sido feitos, desde o início da pandemia, para demonstrar a transmissão de COVID-19 de mulheres grávidas contaminadas para seus bebês. A maioria destes relatórios aponta que grande parte dos recém-nascidos não está infectada pelo novo coronavírus.

Porém, um número reduzido de neonatos testou positivo para COVID-19, o que levou pesquisadores a examinarem se a transmissão vertical ocorre e, caso aconteça, se ela se desenvolve no útero antes do parto. É o que demonstra recente estudo publicado no Archives of Pathology & Laboratory Medicine, publicação mensal do College of American Pathologists (CAP).

A análise da placenta, maior dos órgãos fetais, tem sido importante para compreender os mecanismos de transmissão de outros vírus em mulheres grávidas para o feto, a exemplo do HIV, Ebola e Zika. Em especial no caso da COVID-19, estudos apontam que em casos raros a transmissão transplacentária do coronavírus acontece.

“A importância deste estudo reside no fato de que um número crescente de mulheres grávidas com COVID-19 está sendo relatado no mundo inteiro. Porém, a maioria dos bebês que nascem destas mulheres infectadas não são positivos para coronavírus. É importante determinarmos se existe realmente ou não a transmissão vertical e como isso pode acontecer. Existem várias maneiras de um vírus ser transmitido para um bebê durante a gravidez, de mãe para filho, verticalmente, por três mecanismos diferentes”, explica a Dra. Maria Cecília Erthal, ginecologista especializada em reprodução humana assistida, à frente do Vida – Centro de Fertilidade.

A especialista traz para o Deloox algumas considerações sobre o estudo. Veja a seguir.

Imagem de Juraj Varga por Pixabay

Mecanismos de transmissão vertical dos vírus da mãe para o bebê

 - Durante a gravidez (vida intrauterina), acontece por dois mecanismos principais:  pelo sangue que irriga a placenta – que vem da mãe e passa para o bebê – ou por via ascendente – por meio de bactérias, de germes da via vaginal, que podem ascender e atingir a cavidade amniótica e o bebê.

- No momento do parto - quando o bebê passa pelo canal do parto, que está infectado pelo vírus.

- No pós-parto – através da mãe infectada, com as suas secreções respiratórias, através do contato com a pele dela, e pelo leite materno.

Sobre a transmissão com coronavírus 

“A grande maioria destes bebês, que nasceram de mulheres grávidas infectadas com o coronavírus, não estavam infectados. Porém, os que apresentam testes ou sintomas, nas primeiras 24h-72h de vida, existe a suspeita de que esse bebê tenha sido contaminado durante a gestação ou durante o parto. É muito difícil se ter certeza se houve ou não a passagem do vírus pela placenta”, ressalta a especialista.

Houve a transmissão vertical. O que fazer?

- Orientar o manejo destas mães grávidas com COVID-19 no final da gestação.

- Os cuidados com o parto, o tipo de parto – será que vai ser necessário uma cesariana?

-  Os cuidados com o recém-nascido – se vai precisar fazer isolamento ou ir para uma UTI de cuidados intensivos.

“Tudo isso com a intenção de minimizar os riscos de infecção neonatal”, indica a Dra. Maria Cecília Erthal.

Sobre o estudo em análise

O que se sabe até hoje é que a melhor maneira de se confirmar a transmissão transplacentária é analisando as células da placenta – se consegue demonstrar a presença do antígeno viral ou RNA do vírus nessas células da placenta. Os testes para comprovar a presença do antígeno ou do RNA na placenta não são realizados na maioria dos laboratórios.

O que o estudo sugere é que, sempre que possível, nas mães que estão infectadas pelo COVID-19, que tem o coronavírus no momento do parto, que guardem a placenta para um estudo específico, na intenção de se avaliar se houve contaminação, se essas células apresentam antígeno viral ou não, para poder determinar e ter certeza, se existe ou não, transmissão ascendente e aí determinar os cuidados necessários ao tipo de parto e em relação ao bebê recém-nascido.

Imagem de Please Don't sell My Artwork AS IS por Pixabay

 

Leia: Menopausa precoce e infertilidade: até quando é possível engravidar? Especialistas tiram duvidas.

Por: REDAÇÃO DELOOX