Leblon vai ganhar residencial com terraço-jardim no topo e tecnologia

Quinta-feira 26 Novembro 2020 / Decoração

Fachada noturna iluminada ressalta tons terrosos do Igara. (Foto: Divulgação)

Quem está buscando novos ares pela zona sul carioca vai gostar dessa novidade: a Bait está lançando seu sexto residencial no Rio de Janeiro, o Igara, com 16 unidades de dois quartos disponíveis, sendo duas coberturas duplex. Localizado numa esquina privilegiada da Rua Igarapava, na parte baixa do Alto Leblon, o Igara tem marca, design, arquitetura e decoração inspirados na brasilidade do nome das ruas do entorno, trazendo para o projeto suas cores e tons, tramas e texturas.

Combinado com o projeto de paisagismo e áreas naturais ao redor, o Igara foi concebido para quem deseja viver em um local calmo e bucólico, cercado de natureza e verde - um verdadeiro refúgio exclusivo, mas a apenas alguns minutos do mar ou da movimentada Dias Ferreira, com seus restaurantes e bares. Está perto também do Baixo Leblon e do Baixo Gávea. Para este empreendimento, a Bait aceitou o desafio de adquirir um prédio antigo e construir no terreno um residencial totalmente novo. O projeto de arquitetura é da Cité Arquitetura, com interiores de Manga Rosa Arquitetura e paisagismo da Embyá.

Varanda integrada no Igara. (Foto: Divulgação)

O Igara mantém a mesma linha de tecnologias dos empreendimentos já lançados, como o Bossa e o Vinícius, em Ipanema, o Meet e o Ivo, em Botafogo, e o Atlantico, em Copacabana: infraestrutura pronta para internet das coisas (IOT), tomadas para carros e bicicletas elétricas, fechaduras inteligentes e muita segurança pelos modernos dispositivos para controle de portaria remota.

Dentro deste "manifesto" que marca o jeito Bait de empreender, um ponto marcante dos projetos lançados são varandas com fechamento de vidro retrátil integradas às salas, proporcionando muito mais luminosidade natural, ventilação e sensação de liberdade, além do melhor aproveitamento dos espaços. No Igara, todas as unidades possuem varandas integradas a salas e quartos.

"Queremos que as pessoas se sintam em ambientes livres com a sensação de estarem em uma casa, valorizando as soluções arquitetônicas, de materiais e a natureza bucólica da Rua Igarapava. Transformamos espaços em locais prazerosos de se viver. Esse tem sido um dos motivos de sucesso de venda das nossas plantas. As áreas são muito bem pensadas, as tecnologias são incríveis, o design apaixonante e o preço, acessível", conta Henrique Blecher, um dos criadores da Bait Incorporadora.

Ambientes integrados com melhor aproveitamento dos espaços. (Foto: Divulgação)

No Igara, o Terraço-Jardim, localizado acima das coberturas, será um ambiente de interação e bem-estar para todos os moradores. Terá uma horta, jardins com espécies da vegetação litorânea, de restinga e ainda uma área de contemplação da paisagem do entorno, com uma vista privilegiada para o mar.

Segundo o arquiteto Celso Rayol, da Cité Arquitetura, como o Projeto Igara tem inspiração do nome das ruas que o ladeiam, como Igarapava - um termo de origem tupi que significa "Porto de Canoas", e Sambaíba, arbusto sarmentoso nativo do Cerrado do Brasil - a Cité Arquitetura parte da ideia da força da árvore como conceito, de um elemento equilibrado: a raiz que busca o solo e a copa que busca o céu.

"Isso é evidenciado pelas cores que vão dos tons mais terrosos e escuros na parte do embasamento, a tons mais claros e suaves na parte de cima do edifício, remetendo à terra. Com essa relação, a grande copa dessa árvore seria o próprio edifício, onde um delicado elemento de gradil transmite a ideia desse fechamento em galhos, que acolhe e protege", explica Rayol.

Terraço com jardim, horta e vista para o mar do Leblon. (Foto: Divulgação)

O projeto de interiores parte de um desejo de viver de forma mais leve, com menos. Sem exageros ou desperdício de recursos, criando um conceito aconchegante, com elementos simbólicos de exaltação ao ambiente natural. As cores e texturas escolhidas são bem brasileiras. Da madeira ao linho, os mobiliários se revestem de marcas orgânicas, o que dá o tom ao estilo contemporâneo minimalista tropical.

As tabelas de vendas oferecem possibilidade de pagamento facilitadas. Durante a obra, o comprador pagará 50% do valor e o restante pode financiar com os juros mais baixos dos últimos anos. Preços a partir de R$ 1,8 milhão. 

Leia: Morar Mais por Menos inaugura sua 17ª edição em casarão no Itanhangá

Por: REDAÇÃO DELOOX

Morar Mais por Menos inaugura sua 17ª edição em casarão no Itanhangá

Quarta-feira 04 Novembro 2020 / Decoração

Complexo da Recepção por Thiago Herrera

O evento de decoração Morar Mais por Menos inaugura sua 17ª edição carioca, hoje, sob a batuta das empresárias Ligia e Sabrina Schuback, idealizadoras do projeto que se espalha pelo Brasil através do licenciamento da marca. Desta vez, a mostra de decoração ocupa um casarão no Itanhangá com cerca de 3 mil metros quadrados e generoso jardim com vista para a Pedra da Gávea. Ampla, arejada e cercada de verde, a morada foi totalmente repaginada para a realização do evento.

Em um ano de muitos desafios e novos cenários, que levou ao cancelamento de diversos eventos com formatos semelhantes, o Morar Mais Rio manteve-se firme em sua realização. Segundo Ligia Schuback, o evento foi preparado de acordo com os protocolos e receberá o público adotando todas as normas e medidas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, além de uma série de novas práticas para preservar o bem-estar de todos os envolvidos – profissionais, fornecedores, colaboradores e visitantes. “Nossa casa nunca foi tão essencial, esmiuçada e vivida como neste ano atípico. Sendo o Morar Mais um evento que estuda e traduz as diversas composições familiares, as novas maneiras de viver e sentir a casa que nos abriga, não podemos deixar de falar sobre o assunto e tratar desse ‘Novo Morar’”, explica a empresária, ressaltando também a importância de estimular o mercado de arquitetura e decoração. 

Escritório Urbano por Felipe Alves 

Entre os procedimentos adotados para entrada no evento, estão a aferição de temperatura na porta, uso obrigatório da máscara, disponibilização de álcool em gel ao longo de todo o percurso da visita, rotina constante de limpeza e desinfecção das áreas de maior movimento, acesso ao local reduzido à metade da capacidade total e livre circulação do ar. Pede-se, ainda, que os visitantes evitem tocar nos móveis e objetos em exposição. Alguns ambientes irão contar com recepcionistas virtuais: através de um QR Code, o visitante poderá acessar uma gravação em áudio ou vídeo, com o próprio profissional responsável contado os detalhes do espaço. 

Além disso, o Morar Mais vai promover pela primeira vez a visita virtual aos espaços durante o período da mostra, através de um tour on-line pelos ambientes decorados, que poderá ser acessado através do site oficial da marca. 

Maravilhoteca por Sophia Abraham

No quesito decoração, os destaques ficam para o Morar Mais Mini, uma ala inteiramente dedicada aos ambientes infantis, e para a Galeria de Arte Morar Mais, um espaço especialmente projetado para dar visibilidade a artistas independentes. Entre os desafios propostos aos profissionais participantes deste ano, estão temas como design biofílico, novos hábitos do morar (em decorrência dos desafios da quarentena) e, claro, cumprir a máxima do evento: fazer o chique caber no bolso. O Morar Mais estará aberto ao público de 5 de novembro a 6 de dezembro.

SERVIÇO

Morar Mais Rio 2020

Aberto ao público: 5 de novembro a 6 de dezembro (terça a domingo)

Horário: 11h às 20h

Local: Estrada da Barra da Tijuca, nº276 – Itanhangá

Informações: (21) 2512-2412

Site: https://morarmais.com.br/

Por: REDAÇÃO DELOOX

Techorating: arquitetura ingressa na era digital para o desenvolvimento de projetos

Quarta-feira 21 Outubro 2020 / Decoração

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Pesquisas sobre comportamento do consumidor mostram que as experiências que as marcas proporcionam aos clientes estão diretamente ligadas aos hábitos de consumo, principalmente das novas gerações. Por isso, a Epson e a Class TechExperience acabam de revelar as novas tendências de uso de imagem digital e projeção nos setores de arquitetura, design de interiores e decoração para a criação de ambientes imersivos e de experiência. Durante um evento ao vivo realizado na última semana, as empresas mostraram como as novas tecnologias estão levando mais flexibilidade, dinamismo e abrindo novas oportunidades para as áreas de light design, paisagismo, comunicação visual, arquitetura 3D e design.

"Os avanços tecnológicos criaram novas demandas nas diferentes áreas de atuação da arquitetura. Estamos recebendo muitas consultas de arquitetos que querem levar mais tecnologia e criar novas experiências para os seus clientes", disse Rodrigo Machado, gerente de negócios da Epson. Durante a live foram apresentados diversos cases de comunicação visual em espaços corporativos, varejo, eventos, espaços de entretenimento, como bares e restaurantes para criação de ambientes de experiência tanto em áreas internas quanto externas.

"A vantagem do uso do projetor é a flexibilidade que ele propicia para desenvolver projetos. São equipamentos de fácil instalação, discretos e você pode trocar o conteúdo da projeção a hora que quiser", disse Gabriel Branco, CEO da Class TechExperience. "Por meio das tecnologias de projeção e vídeo mapping, nós conseguimos dar vida a ambientes e objetos inanimados", explica Gabriel, especialista na criação de conteúdos e live experience.

Segundo Rodrigo Machado, o portfólio de projetores da Epson vai muito além dos equipamentos de apresentação em escritórios, salas de aula ou home cinema. Com as novas tecnologias de fonte de luz laser, eles podem ser usados em instalações permanentes, em ações interativas de marketing e branding, pois permitem até 20 mil horas de funcionamento praticamente sem manutenção. "O equivalente a 4,5 anos no caso de equipamentos que funcionem cerca de 12 horas por dia", explica o gerente da Epson.

Imagem de PIRO4D por Pixabay.

Por: REDAÇÃO DELOOX

Crie um quarto que acompanhe o crescimento dos seus filhos

Quarta-feira 07 Outubro 2020 / Decoração

Quarto dividido em beliche ganha um ar industrial com o corrimão em ferro. (Foto: Thiago Travesso)

Projetar um quarto infantil pode ser uma aventura daquelas. Pensar nos móveis, texturas e definir a paleta de cores que irá compor esse ambiente é uma tarefa muito divertida para as crianças, os papais e, sem dúvidas, para o profissional, que pode dar asas à imaginação, pondo em prática toda a sua criatividade. A arquiteta Roberta?Iervolino?Giglio,?da Figa?Arquitetura, dá dicas de como criar um quarto de crianças divertido e muito estiloso. 

Normalmente os projetos rementem ao período de vida dos clientes, marcando assim o que será usado para compor esse espaço. Com os pequenos não é diferente: ao projetar o dormitório, é fundamental conhecer a faixa etária de quem habitará o cômodo. Em função da idade, o projeto vai definir os elementos adicionados. “Em um quarto de bebê, por exemplo, berço, poltrona de amamentação e cômoda são peças primordiais. Para crianças acima de um ano, já podemos trazer a cama, uma estante para brinquedos e outras referências lúdicas”, explica Roberta. 

A liberdade para a criatividade das crianças é um dos maiores responsáveis por diferir um quarto adulto de um infantil. É importante que elas tenham liberdade e autonomia para manusear todos os elementos que o compõem, ponto esse que refletirá sua personalidade e dará um tom muito mais pessoal ao espaço. Diferentemente de quartos de adultos, esses ambientes devem ter um espaço dedicado às brincadeiras; as alturas para acesso aos objetos e outros usos devem ser pensadas para ajudar os pequenos e, claro, a decoração deve ser mais divertida e colorida. 

“Por conta da sua altura mais rente ao chão, a cama montessoriana é ótima para as crianças menores e a bicama pode ser boa para quartos divididos ou aquele dia de receber o amiguinho que vai passar a noite na sua casa ou até a babá”, sugere a arquiteta. 

Dormitório ressalta o período de vida das crianças e proporciona mais que um ambiente para descansar: é essencial que a atmosfera projetada acompanhe o crescimento e os momentos da infância. | Projeto: Figa Arquitetura (Foto: Thiago Travesso)

Normalmente, o estilo do quarto infantil depende muito do gosto dos pais e, claro, da criança. Hoje em dia, o que está em alta para este tipo de ambiente é o estilo mais moderno e colorido possível. A arquiteta Roberta destaca a preferência por evitar projetos temáticos, pois dessa forma a criança pode aproveitar o cômodo por muito mais tempo. “Os elementos geométricos costumam fazer muito sucesso com eles”, relaciona.  

Na composição, não podem faltar os móveis para guardar e expor os brinquedos, além de baús, porta-livros e tapetes de borracha, que deixam o chão mais confortável e seguro para os momentos de brincar. Para as crianças a partir de cinco anos, um cantinho dedicado aos estudos é indispensável. Escrivaninha e cadeira na altura adequada, bem como acessórios como porta-lápis e os livros favoritos deixarão o estudante mirim mais animado para fazer o dever de casa. “Se o quarto for mais amplo, uma boa dica é fazer uma separação de espaços para que os brinquedos não tirem a atenção dos estudos”, sugere Roberta. 

Com inspiração no Lego, a marcenaria ressalta os encaixes das peças no móvel com armários e gavetas, além dos nichos. (Foto: Fernanda Gheton)

Por fim, um item extremamente importante é a segurança. Grades de cama para os menores, telas nas janelas, evitar cantos pontiagudos e fixar estantes nas paredes são alguns dos pontos que devem ser seguidos à risca. “Esse cuidado evita acidentes graves ocasionados pela curiosidade das crianças, que podem escalar o móvel. Nos cercamos de uma lista completa que faz a diferença na paz e tranquilidade de toda a família”, finaliza Roberta. 

Leia: Gallery wall - guia para montar em casa e sem erro

Por: REDAÇÃO DELOOX

Arquitetos trazem dicas de como utilizar mesas de apoio e laterais

Terça-feira 22 Setembro 2020 / Decoração

Nesse projeto, Carina e Ieda Korman apresentam o design brasileiro como destaque. As mesinhas de apoio Jardim, de Jader Almeida, são dissimétricas e atendem à dupla de poltronas do mesmo designer. (Foto: Gui Morelli)

Para projetar um bom living, algumas peças são indispensáveis, garantindo praticidade para o cotidiano. As mesinhas de apoio ou laterais, sem dúvida, são uma dessas. “Multifuncionais e extremamente versáteis, as mesinhas são peças curinga na decoração, ajudando a otimizar o espaço”, opina Carina Korman, do escritório Korman Arquitetos. Carina, ao lado de sua sócia Ieda Korman, separou algumas dicas para ajudar na hora de escolher a mesinha lateral ou de apoio ideal para cada projeto.

Segundo as profissionais do Korman Arquitetos, as mesinhas são peças práticas, pois permitem o uso livre e em diferentes ambientes. “Elas podem ocupar um cantinho da casa e facilmente serem movidas para outro espaço, caso haja necessidade”, aponta Ieda. Essa peça também agrega muitas funções – pode servir de apoio para os convidados, por exemplo, ou ser usada como uma forma de expor objetos e itens decorativos. Seu lugar mais comum é ao lado do sofá, servindo de suporte. “Quando posicionada próximo de uma bela poltrona, pode apoiar uma luminária, compondo um cantinho de leitura”, opina Carina. É possível ainda optar por jogos de mesas laterais que se sobrepõem, de um mesmo modelo ou variado, combinando diferentes alturas e criando mais superfície de apoio.

Apesar de permitir diferentes composições, Carina e Ieda Korman ressaltam algumas regras. “Para coordenar mesas laterais com sofás e poltronas, é importante levar em conta sua altura”, explicam. Segundo as profissionais, uma mesa lateral não deve ser baixa como uma mesa de centro, mas também não pode ser muito alta. “Idealmente, sua altura deve ser compatível com a do braço do sofá, permitindo fácil alcance para quem estiver sentado”, indicam.

Em seus projetos, Carina e Ieda Korman adoram utilizar mesas laterais e de apoio. Seja ao lado do sofá, para suportar a luminária ou atender a quem está sentado, seja em conjunto com a mesa de centro, apoiando objetos decorativos. (Foto: JP Image)

Muito semelhantes às mesas laterais, as mesinhas de apoio se diferenciam apenas por sua função – como o nome indica, elas são peças que ficam soltas no ambiente, podendo se adaptar facilmente às necessidades do momento. “Nesse caso, a regra é nunca atravancar a circulação, deixando ao menos 60 cm livres ao redor da mesinha”, indica Ieda Korman.

As arquitetas também apontam que a escolha acertada de acabamento é essencial para uma boa mesa lateral ou de apoio. “Elas devem traduzir a essência do ambiente, mas também precisam estar de acordo com sua função”, pontua Carina. Assim, mesas que receberão copos ou vasos devem ser de materiais resistentes, como o vidro e laminado. Mesinhas com estrutura de metal são elegantes e contribuem para um visual minimalista, quando com um design de traços simples. A madeira traz aconchego e rusticidade, ao passo que o mármore é ideal para projetos clássicos e muito sofisticados.

“Muito versáteis, as mesas laterais e de apoio são ótimas para servirem como base para luminárias, telefones e adornos, podendo ter uso estendido até a varanda. No quarto, podem facilmente substituir a mesinha de cabeceira”, indicam. Uma ótima forma de unir funcionalidade com design, complementando a decoração do lar.

As mesinhas laterais e de apoio podem receber diversos acabamentos e materiais. Para um projeto mais elegante, Carina e Ieda Korman optaram pela união do preto com dourado. Em outro, o branco veio para trazer claridade, combinando com os objetos decorativos. A madeira, por sua vez, foi a escolha das profissionais para um projeto com muita brasilidade. (Foto: Gui Morelli)

 

Leia: Gallery wall - guia para montar em casa e sem erro

Por: REDAÇÃO DELOOX