Obra sem segredos: um guia para garantir o sucesso da reforma de sua casa

Terça-feira 08 Setembro 2020 / Decoração

Apto Mooca - Bruno Moraes (Foto: Luis Gomes)

O ano 2020 nem terminou e assertivamente podemos afirmar dificilmente será esquecido. Além das preocupações relacionadas à saúde, a pandemia evocou mudanças no comportamento humano e uma nova relação com o morar. Passar mais tempo em casa e implementar o home office – que para muitos passou do provisório para definitivo –, são alguns dos motivos que movimentam a cena do mercado imobiliário e de construção no Brasil. Segundo pesquisa recente divulgada pelo Imovelweb, a busca por imóveis com espaços para escritório aumentou 235%, bem como aqueles com área verde registraram uma elevação superior a 200%. “Seja para adaptar a casa atual ou na mudança para um imóvel que atenda o novo momento de vida, os brasileiros passarão pelo processo de reforma. Muitos estão em busca por mais conforto em casas e apartamentos com 3 dormitórios para reservar um deles ao trabalho remoto”, afirma Bruno Moraes, arquiteto à frente do escritório que leva seu nome.

Com esse fluxo, o próximo passo é pensar em reformas – que para muitos o processo ainda é associado ao quebra-quebra sem fim, surpresas inesperadas e preocupações com o orçamento apertado. “Entretanto, com um projeto acertado e um planejamento bem executado, essas sensações incômodas ficam no passado”, diz Bruno. Definir as etapas, especificar e orçar corretamente os materiais antes de começar a obra propiciam um fluxo tranquilo para o cliente e para o profissional de arquitetura à frente da obra. “Com tudo bem avaliado e combinado, não tem onde errar”, assegura.

O arquiteto ou engenheiro também é o responsável por emitir o RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) ou o ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), indispensável para a obra em apartamentos. O documento é necessário em função da nova Norma de Reformas da ABNT (NBR 16.280), que estabelece a atuação de um profissional responsável pelo projeto e que fiscalize a execução da obra. “A medida visa a segurança de todos”, destaca o arquiteto.

Apto Ipiranga - Bruno Moraes (Foto: Luis Gomes)

Como começar?

Depois de contratado, o profissional apresenta um projeto arquitetônico pensado sob medida e realizado de acordo com as características do imóvel e as expectativas/pedidos dos moradores. O alinhamento após a visualização da planta baixa e do 3D é primordial para realizar os ajustes, seja em relação à estética ou ao orçamento, evitando mudanças no decorrer da obra.

Com a aprovação dos proprietários, o planejamento é decorrente da visão global que Bruno e sua equipe realiza ao escolher os materiais. Caso o orçamento se mostre acima do budget indicado pelo morador, o arquiteto trabalha para aparar as arestas. “Nunca alteramos os insumos, mas podemos substituir por outro revestimento mais em conta, porém de qualidade assegurada”, revela Bruno.

Como uma orquestra – onde cada músico tem o seu momento –, o cronograma sucede o fluxo. Contabilizar as datas e a duração de cada atividade, bem como coordenar os períodos de entrega dos materiais, o número de funcionários e o desembolso financeiro traz segurança para o trabalho coordenado pelo profissional de arquitetura e tranquilidade para o cliente que sabe, com antecedência, tudo o que acontece.

Fluxo financeiro

Mesmo com tudo bem planejado, é preciso ter uma verba extra para gastos imprevistos, como quebra de materiais e outras intercorrências que podem acontecer, principalmente na reforma de imóveis antigos. “Ter uma margem extra no orçamento nos ajuda a resolver questões atípicas, como o rompimento de uma tubulação de água ou mesmo uma lata de tinta que inesperadamente cai no chão”, detalha Bruno, que nos contratos assinados com seus clientes costuma separar uma porcentagem pequena do valor total da obra para essas intercorrências.

Mão de obra adequada e Gerenciamento eficiente

Para Bruno Moraes, não adianta prosseguir tão bem nas fases anteriores e não dedicar atenção para a contratação de mão de obra especializada e o profissional responsável pelo gerenciamento. “Além de administrar problemas, trazer soluções é o nosso papel”, descreve o arquiteto.

O escritório desenvolveu um aplicativo onde a equipe responde por toda a gestão da obra, assim como cuida do controle financeiro. Com ele, o cliente tem acesso ao cronograma com todas as etapas de serviços, acompanhando cada passo e observando a transparência do que será executado dia após dia. Através desse aplicativo, os coordenadores das obras solicitam os materiais, conforme a necessidade, e possibilita cruzar com o valor dos itens descriminados no contrato. O objetivo é gerenciar em tempo real a fim de evitar surpresas no final e ter controle de todos os processos.

Administração precisa do budget da obra (Foto: Pexels)

Dicas para economizar

A integração de ambientes, marcada pela ausência de paredes, e o estilo industrial, que evidencia a laje em concreto e dutos aparentes, entre outros atributos, contribuem para uma obra com orçamento mais enxuto | Foto Luis Gomes

Quem disse que economizar com os profissionais "mais em conta" é a maneira mais eficiente para poupar recursos financeiros durante a obra? O famoso ditado "o barato sai caro" causa dissabores nessa equação.

Para Bruno Moraes, a melhor forma de poupar está ligada à redução de custos na compra de materiais de qualidade. Dessa forma, realizar orçamento, procurar por promoções e relacionar opções A e B se revelam como métodos efetivos para orçamentos mais enxutos. “O cliente pode se encantar por um porcelanato, que por sua vez está com um valor bem acima de outro com as mesmas características técnicas e aparência semelhante. E isso deve ser pesado na balança”, pondera. Em outras situações, uma cozinha não ter a parede revestida de ponta a ponta. Para atenuar os custos, uma alternativa é aplicar o revestimento em meia parede e finalizar com a pintura – um recurso que agrega modernidade com um custo inferior.

Como diminuir o prazo de entrega?

A realização de uma obra sempre vem acompanhada da pressa. Imóvel vazio e a reforma de todos os cômodos de uma vez são processos que influenciam na rapidez e na redução dos custos, pois a maioria dos funcionários de obra cobram por dia trabalhado. “Todavia, caso não seja viável, pois muitas vezes o cliente 'mora' dentro da obra, o cronograma faz um escalonamento que seja viável para todos”, finaliza Bruno.

 

Leia: Gallery wall: guia para montar em casa e sem erro

Por: REDAÇÃO DELOOX

Claudia Issa assina nova ambientação da Gaggenau Galeria em SP

Segunda-feira 24 Agosto 2020 / Decoração

Claudia Issa assina nova ambientação da Gaggenau Galeria (Foto: Divulgação)

O espaço da Gaggenau, marca alemã de luxo com mais de 337 anos de tradição, que desenvolve equipamentos de cozinha integráveis de alta qualidade, recebeu uma intervenção da designer e ceramista Claudia Issa. A Gaggenau Galeria, em São Paulo, expõe por tempo indeterminado peças das coleções Tora, Carbono, Bubbles e Pião, que utilizou as bancadas e os fornos da própria artista como instalação de sua arte.

A casa, localizada na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 488, principal endereço da decoração de luxo do país, tem estilo town house e faz alusão à sede da Gaggenau, que foi fundada em 1683, na Alemanha. São três andares de um ambiente acolhedor e com personalidade, onde os equipamentos ficam expostos no conceito de galeria.

O espaço promete receber exposições de arte e eventos que estejam alinhados com o universo da marca, que ainda hoje preserva 90% da produção feita manualmente, o que garante a perfeição dos produtos. O novo posicionamento foi pensado pelas diretoras, Marly e Stephanie Skok, respectivamente mãe e filha, que cuidam da operação no Brasil. A ideia é refletir sobre a essência e o compromisso de estar sempre 60 anos à frente em tecnologia, design e inovação, sem deixar de lado o belo e a importância do desenho exclusivo em todos os itens do portfólio.

Claudia Issa assina nova ambientação da Gaggenau Galeria (Foto: Divulgação)

Para Marly Skok, diretora geral, inaugurar o novo conceito com a intervenção da ceramista Claudia Issa é uma honra, já que o relacionamento é de longa data. “Decidimos chamar o showroom de galeria porque a Gaggenau transcendeu o universo dos eletrodomésticos ao criar aparelhos que se integram perfeitamente a qualquer decoração ou ambiente da casa, como peças de arte. E começamos o ano com essa agradável surpresa, a Claudia já era uma cliente muito especial e sempre admiramos o trabalho dela. Quando pensamos no conceito de galeria, ela foi o primeiro nome que surgiu e ao invés de simplesmente mandar as peças, ela esteve aqui e deixou sua assinatura. Isso demonstra todo carinho, respeito e reciprocidade que temos uma pela outra”, afirma Marly.

Com uma linguagem única, Claudia dá vida às suas criações em cerâmica, em vidro, evidenciando sua proposta artística com produção artesanal. “Para esta parceria, contextualizei meu trabalho ao showroom da Gaggenau, fazendo uma simbiose das duas propostas. É um tipo de movimento que adoro fazer, chegar em um ambiente pronto e propor uma interferência com as minhas peças. Foi assim com a Gaggenau, leve e divertido”, finaliza a designer.

Claudia Issa assina nova ambientação da Gaggenau Galeria (Foto: Divulgação)

Por: REDAÇÃO DELOOX

Gallery wall: guia para montar em casa e sem erro

Quinta-feira 20 Agosto 2020 / Decoração

A gallery wall deve refletir os gostos dos moradores |Projeto: Liv’n Arquitetura |Foto: Guilherme Pucci

Paredes vazias são espaços perfeitos para soltar a criatividade e montar uma gallery wall. Quadros, fotos, pôsteres e até adornos, como pratos e lembranças de viagem, podem formar lindas composições, dando vida para essas superfícies. Ou seja, qualquer parede pode se transformar em uma galeria de arte.

Após eleger o ambiente que receberá o arranjo artístico, a escolha das obras de arte deve seguir a personalidade do morador. Assim, é possível combinar molduras, tamanhos, formatos, desenhos e tonalidades em uma disposição assimétrica ou rigorosamente organizada. Esse recurso tem o poder de mudar qualquer cômodo da sua casa.

Para ajudar nessa tarefa gratificante, a arquiteta Júlia Guadix, à frente do escritório Liv’n Arquitetura, reuniu algumas dicas essenciais. “O mais importante é que os elementos da gallery wall façam referência ao gosto e estilo de quem vive na residência. Além da estética, a elaboração deve também passar boas sensações”, detalha.

Escolhendo os quadros

O primeiro passo é selecionar quais obras irão compor a gallery wall. Sejam coloridas ou de tons neutros, é fundamental que "conversem" com a decoração do ambiente. Sendo assim, para montar uma galeria harmoniosa, a arquiteta aconselha a eleger os quadros que interajam de alguma maneira entre si. “Pode ser pelo tema, pelas cores, pelos traços que reproduzem linhas mais orgânicas ou geométricas, pinceladas mais abstratas ou realistas”, diz.

Se preferir compor com peças em tons mais neutros, se joga. Dá para criar uma galeria muito interessante utilizando uma paleta de cores sóbrias. “Nem tudo é sobre cor! Podemos brincar com o contraste, formas, linhas das obras, trabalhar com molduras com mais ou menos informação, inserir objetos na composição, ou seja, existe um mundo de possibilidades incríveis”, afirma Júlia Guadix.

De diferentes tamanhos e formatos, nessa sala de estar os quadros (Urban Arts) possuem pontos em comum para formar uma gallery wall agradável | Projeto: Liv’n Arquitetur | Foto: Guilherme Pucci

 Além disso, as molduras podem ser aliadas nessa conexão entre as gravuras. Em linhas gerais, não precisam ser necessariamente idênticas, porém o ideal é que tenham algo em comum como o material, cor, espessura ou o estilo. Dessa forma, a montagem ficará mais agradável aos olhos, fazendo mais sentido.

Como organizar?

Nessa sala de estar, as gravuras, cartões postais trazidos de viagens estão posicionados ao lado da televisão. Os tamanhos e molduras variam, porém o tema preto e branco predomina | Projeto: Liv’n Arquitetura| Foto: Guilherme Pucci

Sobre tamanhos, não há uma regra. Para isso, é necessário produzir uma organização prévia para que o resultado seja um conjunto agradável aos olhos. A profissional recomenda demarcar a área que será ocupada com os quadros, traçando as linhas dos eixos verticais e horizontais que formam os quatro quadrantes. Depois, é só distribuir os maiores, equilibrando com os menores. “Por exemplo, se de um lado eu dispor um quadro grande, do outro equilibro com versões menores que ao unir possam espelhar uma área semelhante ao maior”, explica.

Depois de eleger as gravuras, cores e os tamanhos da gallery wall, o próximo passo é determinar a distância ideal. Essa resposta dependerá da superfície que será usada, mas em geral recomenda-se entre 5 a 15 cm. Se ficarem muito espaçados, a composição pode perder o sentido de conjunto.

Disposição da gallery wall

Nessa sala de jantar, a parede de concreto recebeu três quadros (Urban Arts) com molduras iguais | Projeto: Liv’n Arquitetura | Foto: Guilherme Pucci

Para a disposição das obras, uma dica relevante é posicionar o eixo horizontal do arranjo na altura dos olhos – aproximadamente 1,50m do piso. Nessa missão, o ponto referencial costuma ser um móvel que fica abaixo, como um sofá, uma cama, um aparador ou até mesmo uma mesa de jantar. “Em geral, uma proporção boa é 2/3 do comprimento desse móvel ou da parede, quando estamos falando de ocupar uma parede inteira de um corredor, por exemplo”, assegura a arquiteta.

As composições permitem inúmeras possibilidades de estruturação. O alinhamento clássico, com os quadros do mesmo tamanho e formato são colocados um ao lado do outro de forma organizada e simétrica. Por outro lado, há a galeria em espiral, com o conjunto montado de maneira circular ou oval. Aqui, é possível brincar com os tamanhos, formatos, cores e até incluir objetos decorativos.

Para quem quer deixar de lado a opção do martelo, prego e batidas na parede, existe uma alternativa bem interessante: apoiá-los nas prateleiras ou estantes. Por ser um modo mais prático e rápido, o morador fica à vontade para testar as possibilidades sem medo. “Nesse caso, ouse com as alturas e formatos das telas para dar mais dinamismo”, aconselha Júlia.

Com o objetivo de ajudar a visualizar o resultado e dar mais segurança, vale organizar as obras no chão ou em cima da cama. Além disso, a tecnologia é uma aliada importante nesse aspecto. Fazer uma montagem no Photoshop ou em outro software/aplicativo é um artifício valioso nesse processo. Feito isso, simule a disposição dos elementos na parede usando fita crepe ou papeis recortados. “Lembrem-se de medir a distância entre os ganchos e as extremidades das molduras para pendurar tudo na posição correta”, recomenda Júlia Guadix.

Quais ambientes podem receber a gallery wall?

A resposta é simples: toda parede segue a prerrogativa de apoiar as obras de arte, fotografias, objetos decorativos e lembranças de viagens. Sala, cozinha, quarto, varanda, corredor, home office e até o lavabo entram nessa lista.

Nesse quarto, as telas com lindas paisagens ornamentaram (Urban Arts) o espaço acima da cabeceira | Projeto: Liv’n Arquitetura| Foto: Guilherme Pucci

“Sempre reforço que para criar uma parede com quadros, fotos ou objetos, basta ter espaço e a intenção de transmitir uma mensagem ou sensação”, finaliza a Júlia.

 

Leia: Banheiro SPA - Arquitetos ensinam como projetar um ambiente de relaxamento em casa

Por: REDAÇÃO DELOOX

Acerte na escolha dos pendentes da sua casa. Arquitetas dão as dicas!

Segunda-feira 17 Agosto 2020 / Decoração

O pendente vazado de cobre foi utilizado no centro da mesa retangular. A escolha do modelo permitiu propagar a luz em todo o ambiente | Foto: Gui Morelli

Foi-se o tempo em que os pendentes eram dedicados exclusivamente à mesa de jantar. Com a evolução do design e a chegada de peças cada vez mais personalizadas, esse tipo de luminária vem assumindo vários lugares da casa, como livings, quartos e até escritórios. Essa tendência é explicada, em detalhes, pelas arquitetas Ieda e Carina Korman, sócias da Korman Arquitetos, que ajudam a desvendar o que é preciso para escolher e instalar as peças.

Acerte na escolha do modelo

Em primeiro lugar, é preciso entender qual o papel do pendente no espaço. Isso porque ele pode ter função de iluminar totalmente o local, apenas melhorar os pontos de trabalho ou criar uma luz cênica para focar em determinados pontos da casa. “Quando a iluminação é geral, indicamos eleger um modelo translúcido com luz difusa. Um bom exemplo é a cúpula de tecido que deixam a luz suave e aconchegante”, explica a arquiteta Carina Korman.

Para ambientes que precisam de iluminação de tarefa, como as bancadas de cozinha e até os escritórios, vale apostar em uma opção com cúpula de vidro ou acrílico. Esses modelos garantem uma luz mais contundente e brilhante, sendo perfeitos também para colocar ao lado da cama a fim de iluminar a cabeceira no momento de leitura, por exemplo. “Ao usar o pendente em cima de mesas de cabeceira ou de trabalho, convém que tenham braços móveis para que a luz incida diretamente no local desejado”, revela Ieda Korman.

Com foco de luz direcionável, a luminária permite iluminar diferentes pontos de luz na escrivaninha do home office deste projeto | Foto: Gui Morelli

Quem deseja usar o pendente para criar uma iluminação de destaque, sobre a mesa de jantar, por exemplo, o melhor é eleger uma luz focada. Essa iluminação é garantida por peças com a parte superior fechada e de materiais que não permitem a passagem de luz, como o metal. “Ou seja, toda a luz emitida pelo pendente incide para baixo, criando um foco cênico”, diz Ieda.

Luz direta ou indireta

Há dois tipos bem comuns de iluminação: a direta e a indireta. Enquanto a direta ajuda a evidenciar algo bem específico, como escrivaninhas e mesas de cabeceira que precisam de uma luz direcionada para facilitar a leitura. Ela também cumpre sua função decorativa de valorizar objetos, quadros, painéis e plantas. Já com a indireta, o ambiente é iluminado por igual. “Uma maneira de adotar a luz indireta é refletindo na superfície e depois se ampliando por todo o ambiente”, explica a arquiteta Ieda Korman.

Medidas certas

A escolha do modelo também é definida pelo tamanho da peça. Uma regrinha básica para garantir a proporção da peça em relação ao ambiente é eleger um modelo que seja um terço da medida da superfície. Ou seja, em uma mesa quadrada com 1,20 m deve ter um pendente de cerca de 40 cm. O mesmo vale para a mesa redonda. Para modelos ovais e retangulares, prefira modelos mais retilíneos ou combine mais de uma luminária na extensão da mesa.

No caso da instalação, o mais indicado é sempre que possível centralizar o pendente ou, no caso de duas ou mais unidades, usar o centro da peça abaixo como medida base para a instalação. No caso da altura, existem algumas medidas padrão. “Na mesa de jantar, indicamos a instalação a 80 ou 90 cm do tampo. Para mesas laterais ou de cabeceira, usamos de 30 a 50 cm. Quando instalamos em cima da mesa de centro, costumamos indicar de 150 a 170 cm de distancia”, finaliza Carina.

Por: REDAÇÃO DELOOX

Avanti revela coleção de tapetes com estampas inspiradas na obra de Noel Marinho

Sexta-feira 17 Julho 2020 / Decoração

Patricia Marinho (Foto: André Nazareth)

O arquiteto Noel Marinho, nascido em 1927, é representante da geração que participou intensamente da época áurea da arquitetura brasileira moderna, a partir dos meados dos anos 50. Sempre teve arte e design como atividades paralelas, com especial interesse pela integração do azulejo e do mosaico nos espaços estéticos de sua arquitetura.

Em 2012, a filha, a arquiteta Patricia Marinho, começou a organizar e catalogar os desenhos arquivados há anos e incentivou Noel a dar continuidade às suas criações. Firmou-se a marca Noel Marinho, e desse universo passa a fazer parte também a tapeçaria, com cores e formas que complementam ambientes ou se traduzem em peças notáveis e singulares.

Agora, no Estúdio Design Noel Marinho, Patricia e a sócia, Manuèle Colas, se servem da conjunção dos inúmeros azulejos, desenhos e pinturas do acervo do arquiteto e artista para, em parceria exclusiva com a Avanti, materializar tapetes divididos em três coleções: coleção 58 (representada pelo modelo guache), coleção 80 (representada pelo modelo colagem) e coleção 2000 (representada pelo modelo tandeta). 

Tapete modelo tandeta com estampa assinada pelo Estúdio Design Noel Marinho (Foto: André Nazareth)

O lançamento desses três tapetes pela Avanti dá novas feições a traços e matizes em tramas que reproduzem as composições de Noel Marinho, simples na sua sofisticação, rítmicas em sua simetria. As composições foram criadas a partir de guaches, recortes e colagens, e passaram aos meios digitais, numa evolução natural. No resgate desse olhar, Noel Marinho é contemporâneo e atual. 

As peças estão à venda na Avanti Tapetes do Casa Shopping (Bloco H - lojas H, I, J).

Por: REDAÇÃO DELOOX