Museu Nacional de Belas Artes abre exposição de Júlio Paraty

Quinta-feira 16 Janeiro 2020 / Comportamento

Júlio Paraty - Anjos da Pesca. Acrílico sobre tela (Foto: Marcus Prado)

O Museu Nacional de Belas Artes inaugura, na terça (21), a exposição "O mundo paradisíaco de Júlio Paraty", com 40 trabalhos do artista produzidos em acrílico sobre tela e guache.

Na exuberância de suas cores e rigor de sua composição, a obra de Júlio desde sempre teve como inspiração o patrimônio cultural de sua Paraty natal.

Para o cineasta Luis Carlos Bigode, curador da mostra, “esta retrospectiva nos permitirá acompanhar a evolução de seu percurso, dos primeiros trabalhos onde a presença de blocos compactos forma a narrativa da tela, ao povoamento riquíssimo de seus espaços por uma multidão de personagens coadjuvantes, ações paralelas ao tema principal, pequenas telas dentro daquilo que retrata, numa inquietação que habita o mundo e o atelier dos grandes artistas”.

Em sua longa trajetória, Júlio realizou cerca de trinta exposições individuais, a primeira em 1971, em São Paulo, no Antiquário Chafariz. Ele  também expôs no Centro Cultural São Paulo, em 1984, e no Rio de Janeiro, na Funarte, em 1979 e 1981. Participou também das Exposições Coletivas de Naifes Internacionais, em 1980, na Galeria do Bonfim de Amsterdam e na Galeria do Bonfim de Bonn, na Alemanha.

Ao mesmo tempo que acontece a exposição, haverá também a exibição permanente do filme que faz parte da série “Atelier do Artista”, com fotografia de Alisson Prodlik e direção de Luiz Carlos Lacerda, que é também o curador da exposição. 

A mostra “O mundo paradisíaco de Júlio Paraty” conta com o apoio da Secretaria de Cultura de Paraty.

Julio Paraty - Paraíso Tropical. Acrílico sobre tela (Foto: Marcus Prado)

Serviço

Abertura: 21 de janeiro de 2020, às 18hs

Período: de 22 de janeiro de 20209 a 21 de março de 2020.

Local: Sala Clarival Valadares e Ubi Bava - Endereço: Avenida Rio Branco, 199 – Cinelândia / (21) 3299 0600

Visitação: Terça a sexta, das 10h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.

Venda de ingressos e entrada de visitantes até 30 minutos antes do fechamento do museu

 

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Por: REDAÇÃO DELOOX

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Quarta-feira 15 Janeiro 2020 / Comportamento

ToTa Machina - Katia Wille (Foto: Reprodução)

E se a obra de arte pudesse ver o espectador antes mesmo que ele a visse? Essa é a proposta da exposição “ToTa Machina”, da artista visual carioca Katia Wille, que convida o visitante a criar um espelho de si mesmo nas obras, unindo Inteligência Artificial e arte. Com abertura no dia 25 de janeiro, às 11h, no Museu de Arte Sacra de São Paulo, a mostra é composta por 15 obras, entre pinturas, esculturas e máquinas cognitivas integradas ao ambiente. A curadoria é de Bianca Boekel.

Através da Inteligência Artificial na nuvem, as obras reagem à presença de pessoas, refletem sentimentos e interagem através de movimentos diante de estímulos visuais e faciais. O projeto, que já passou pelo Rio de Janeiro com grande visibilidade, usa robótica e IA para análise de ambiente e sentimentos, conectando o público com as obras e proporcionando uma experiência única a cada espectador, por meio da tecnologia. Cada uma das obras traz uma experiência diferente, abrindo, assim, o debate sobre a crescente interseção entre arte e tecnologia.

"Sempre quis que as imagens saltassem da tela, que elas ganhassem o espectador. Vinha, desde 2016, fazendo este movimento com as cores contrastantes, mas quando comecei a pesquisa com os materiais reflexivos que uso nas telas vi que a incidência da luz em superfícies drapeadas era diferente e bem interessante. A partir daí, comecei o desenvolvimento das peles feitas da mistura do látex com o tecido e esta pesquisa evoluiu para esculturas de parede, ainda sem movimento. Em 2018, comecei a introduzir robótica e inteligência artificial nestas mesmas estruturas para que o movimento fosse possível”, explica Katia Wille.

ToTa Machina - Katia Wille (Foto: Reprodução)

Ao entrar no espaço expositivo, o visitante se depara com uma instigante mistura de materiais dispostos de modo a ocupar todo o espaço de forma fluida. Katia Wille ocupa as vitrines com pinturas em telas feitas em tecido metálico e pequenas esculturas em tecido moldado, todas dialogando com as instalações cognitivas feitas em eco látex - material desenvolvido pela própria artista a partir da mistura de látex líquido reciclado com tecidos e outros materiais que se movem através da emoção do espectador. As obras estão tanto suspensas pelo teto como onduladas nas paredes, desenvolvidas a partir deste material poroso, ora em forma de bolhas, ora esticado ou ondulado, destacando texturas e o brilho cobreado da superfície.

As pinturas e esculturas estão em constante diálogo. Em "ToTa Machina" – que significa “Mulher Máquina” –, as peças se retroalimentam, ou seja, a pessoa vê a pintura e isso gera uma emoção que promove o movimento das esculturas, que por sua vez geram outra emoção, uma vez que o visitante é convidado a ser espectador e em seguida passa a ser protagonista do movimento e, assim, das próprias obras.

“Investigo a relação das emoções com as nossas ações e movimentos. Narro uma história focada na vulnerabilidade das relações humanas, com corpos que se emaranham e se torcem uns com os outros. Questiono como enxergamos o outro, como nos deixamos permear nas nossas relações e como nos equilibramos na equação tão delicada do viver. Nas telas e esculturas, os corpos flutuam sem qualquer ação da gravidade e também se desfazem das suas identidades como se saíssemos de nós mesmos em direção ao outro”, analisa a artista.

 

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Por: REDAÇÃO DELOOX

Empório Rock Bar comemora novo espaço para shows

Terça-feira 14 Janeiro 2020 / Comportamento

 

The bad cops (Foto: Divulgação)

Um dos mais lendários redutos de rock da cidade, o Empório 37, em Ipanema, acaba de inaugurar oficialmente o segundo andar da casa, espaço dedicado a shows e cursos, que também vai abrir espaço para novas vertentes musicais.

Totalmente adaptado, com nova infraestrutura de som, luz e climatização, o espaço será administrado por Fred Rios, músico que também comanda a Guitar Club, escola de música em Ipanema.

“O foco é a abertura para bandas autorais e trabalhos alternativos, mas também vamos convidar nomes consagrados do mercado musical”, afirma Fred. Durante o dia, o espaço vai oferecer cursos e oficinas musicais, além de receber bandas para ensaios abertos.

Entre as bandas que já estão confirmadas para apresentações musicais, estão Maurício Sahady, War Gigs, Tributo a Metallica e Tributo a The Police, no dia 31 de janeiro. 

Por: REDAÇÃO DELOOX

Museu de Arte do Rio inaugura exposição 'UóHol'

Quarta-feira 08 Janeiro 2020 / Comportamento

Jorge Lafon (Foto: Reprodução)

Abrindo a agenda expositiva de 2020, o Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, apresenta ao público a partir de sábado (11) a mostra “UóHol”, individual do paraense Rafael BQueer com curadoria da Equipe MAR. Interessado em questões que perpassam o corpo e as discussões de decolonialidade, gênero e sexualidade, o jovem artista, vencedor do Prêmio FOCO ArtRio 2019, transita entre linguagens como a performance, o vídeo e a fotografia, além de atuar em pesquisas como drag queen, adotando a persona Uhura BQueer.

A exposição joga com o sobrenome do artista pop norte-americano Andy Warhol (1928-1987) e o termo "Uó" – gíria queer e popular para designar algo ou alguém irritante ou de mau gosto. Entre as obras selecionadas para a exposição estão trabalhos de uma série homônima elaborada em 2019, parte da Coleção MAR, que homenageia ícones negros da cultura LGBTQI+ brasileira, como Jorge Lafond, Marcia Pantera, Madame Satã e Leona Vingativa, partindo do repertório visual da pop art. 

“BQueer vem desenvolvendo um trabalho muito atento às questões relativas a gênero, racialidade e periferia. Com isso, aborda de modo renovado a categoria da performance nas artes visuais. Com a personagem Uhura, o artista tangencia o universo do carnaval em atuações nos desfiles das escolas de samba. Para o MAR, trazer a exposição ‘UóHol’ é manter a vocação da inclusão e da diversidade, agora, com ironia e conscientização”, observa o curador Marcelo Campos.

MAR (Foto: Reprodução / Fui Ser Viajante)

Os visitantes também terão acesso ao vídeo e imagens da ação performativa “Lenoir” (2017), na qual um conjunto de corpos negros ocupa o bairro do Leblon, conhecido por seu histórico elitista, evidenciando os conflitos de classe colocados no Rio de Janeiro. Junto ao vídeo, um grande lambe-lambe da série “Jogo do Bixo” (2016) apresenta a comunidade do Jacaré, ironizando a marginalização do corpo negro na cidade, que por vezes atrai a curiosidade de turistas estrangeiros que visitam as favelas cariocas como se desvelassem espécies exóticas.

No dia da abertura da mostra, que ficará em cartaz no espaço expositivo da Biblioteca MAR, será realizada uma Batalha de Close. A ação irá ocupar os pilotis do museu a partir das 16h com performances de artistas atuantes na cena queer do Rio de Janeiro. As apresentações, de cinco minutos cada, abordam temáticas pertinentes para a comunidade LGBTQI+, como política, gênero, sexualidade e arte contemporânea. Além do próprio Rafael BQueer, por meio de sua persona Uhura BQueer, participam da batalha Chameleon Drag, Gui Mauad, Irmãos Brasil, Miranda Lebrão, Organzza e Shenna Meneghel.

SERVIÇO 

Abertura da exposição: sábado, 11 de janeiro, às 10h – Biblioteca MAR
Batalha de Close: sábado, 11 de janeiro, das 16h às 17h - Pilotis
Visitação: terça a sábado, das 10h às 18h – Biblioteca MAR
Entrada gratuita

 

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Por: REDAÇÃO DELOOX

Fairmont promove feijoada para Abertura Oficial do Carnaval do Rio

Quarta-feira 08 Janeiro 2020 / Comportamento

Este fim de semana dará início à temporada carnavalesca do Rio de Janeiro (Foto: Pixabay)

O Fairmont Rio de Janeiro Copacabana promete abrir em grande estilo uma das épocas mais aguardadas do ano na cidade: o Carnaval. O prédio do Posto 6 será palco da Abertura Oficial do Carnaval do Rio, no próximo sábado (11). A festa ainda traz feijoada do chef Jérôme Dardillac, open bar e apresentação do G.R.E.S. Portela.

Para o menu, duas estações de leitão à pururuca com lascas de cebola roxa e limão e couve mineira. No buffet de pratos quentes, as tradicionais carnes da feijoada - como carne seca, costela defumada, paio, lombo – apresentadas separadamente e acompanhadas de farofa, banana à milanesa e mandioca cozida com manteiga de garrafa. O cardápio de sobremesas da chef-pâtissière Letícia Cruz inclui mais de dez opções, como o brigadeirão e o brigadeiro de colher com avelã, ambos à base de chocolate, especialidade da chef.

Para alegrar ainda mais a festa, a Portela promete trazer a avenida para os salões com vista para o mar do Fairmont Copacabana, com marchinhas, clássicos de carnaval, muito samba no pé e bastante alegria.

O Fairmont Rio de Janeiro Copacabana já vem imprimindo sua marca nas mais importantes datas festivas da cidade. No carnaval de 2019, a marca de luxo da Accor emoldurou alguns dos mais icônicos cartões postais da cidade e convidou cariocas e visitantes a participarem da paisagem, transformando momentos em memórias.

A feijoada completa com open bar acontece das 13h às 17h e custa R$350 por pessoa (serviço não incluído). Reservas pelo email eventos@fairmont.com ou pelos telefones (21) 2525-1119 ou (21) 2525-1110.

Fairmont Copacabana - Chef-executivo Jerôme Dardillac (Foto: Alessandro Mendes)

Por: REDAÇÃO DELOOX