Westwing revela campanha exclusiva com curadoria de Bela Gil

Quinta-feira 17 Setembro 2020 / Comportamento

Bela Gil (Foto: Divulgação)

Pela primeira vez, Bela Gil dividiu os itens essenciais de sua cozinha em campanha com o Westwing. Quem entrar no site até o dia 27 de setembro terá acesso a essa curadoria especial e também poderá comprar o seu novo livro "Simplesmente Bela: Receitas e dicas para seu corpo e sua casa".

A troca entre o Westwing e a chef aconteceu de forma natural e o ponto de partida foi a trajetória brilhante de Bela como ativista do meio ambiente e grande porta-voz de uma alimentação mais saudável. A proposta é apresentar uma seleção de produtos que podem auxiliar na rotina, assim como proporcionar ideias sustentáveis para todos os lares. Da mesma forma que um conjunto de facas é fundamental na cozinha, a campanha também apresenta uma seleção de composteiras e outros itens que somam no cotidiano.

Há a impressão de que manter uma composteira pode ser complicado, mas Bela quer desmistificar essa ideia: "É um dos meus itens favoritos. É muito importante entender o fechamento do ciclo dos alimentos. Em vez de jogar fora o lixo orgânico, coloque na composteira, aquilo vai virar adubo para o alimento crescer. Tem minhoca, mas não chega a ser um pet que você precisa cuidar, ela é fácil, prática, ecológica e sustentável".

Bela Gil (Foto: Divulgação)


A alimentação natural está a um passo de você e Bela adverte que é um caminho sem volta: "Quando você começa neste universo, não tem saída, percebe que é muito melhor". A máxima que leva na vida, "desembale menos e descasque mais", encantou 1,5 milhão de seguidores no Instagram, sem contar os fiéis telespectadores dos seus programas e mais os leitores de seus livros.

Para quem deseja dar o primeiro passo a um futuro mais orgânico, a dica é ir com calma: "Não vislumbre uma alimentação 100% natural em uma semana, se você tem uma alimentação junkie. Comece aos poucos: experimente ficar um mês sem refrigerante, troque o açúcar refinado e por aí vai". As substituições são possíveis e a quarentena mostrou que as pessoas estão dispostas a dedicar mais tempo ao cuidado, seja no corpo ou na casa.

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Por: REDAÇÃO DELOOX

Museu de Arte do Rio apresenta duas exposições inéditas

Quinta-feira 17 Setembro 2020 / Comportamento

Casa Carioca - Ione Saldanha Sem Título, Sem data. Aquarela sobre papel

O Museu de Arte do Rio - MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, apresenta sua principal exposição do ano: "Casa Carioca". Com um recorte de cerca de 600 obras e mais de 100 artistas, a mostra apresenta temas como sociabilidade, o papel da mulher como esteio de família e direito à moradia. Trabalhos que retratam o período de isolamento social também fazem parte da montagem assinada por Marcelo Campos, curador-chefe do MAR, e Joice Berth, arquiteta, urbanista e ativista do movimento feminista negro. A Vale é patrocinadora da exposição por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

A exposição ocupará integralmente duas galerias do terceiro andar da instituição, além da Sala de Encontro localizada no térreo. Reunindo nomes como Érica Magalhães, Max Willà Morais, Maxwell Alexandre, Millena Lízia, Mulambö, Rafael BQueer, Raquel Nava, Rodrigo Torres, Wallace Pato, Yhuri Cruz e Yuri Firmeza, "Casa Carioca" é a exposição do MAR com maior número de artistas jovens e periféricos. São trabalhos nos mais diversos suportes, como vídeos, objetos, instalações, fotografias e pinturas, que dialogam com temas como a diferença entre as moradias de favela e as moradias de elite - designadas aqui como exceções -, incêndios, mudanças, construções, demolições e celebrações.

Além de apresentar ao público a produção contemporânea de novos talentos da arte brasileira, a mostra também contará com trabalhos de artistas consagrados, como Adriana Varejão, Alfredo Volpi, André Rebouças, Beatriz Milhazes, Cícero Dias, Lasar Segall, Marcel Gautherot, Mestre Valentim e Walter Firmo. Além de obras da Coleção MAR, trabalhos emprestados por mais de 30 instituições e por colecionadores ajudam a formar o percurso expositivo, que começa com uma linha do tempo da arquitetura no Rio de Janeiro e segue por 10 núcleos que fazem uma abordagem transversal das questões relacionadas ao morar.

"Durante a fase de pesquisas, nos deparamos com um dado surpreendente. Apenas 15% das casas brasileiras são construídas por arquitetos, com a grande maioria se enquadrando no que os especialistas chamam de autoconstrução, quando o próprio morador comanda a obra com ajuda de parentes e vizinhos. Pensando nisso, buscamos artistas e trabalhos que tratam das condições dessas moradias e que exploram o interior das residências, relacionando-as com a questão social", conta o curador Marcelo Campos.

Das redes sociais para o museu

Casa Carioca - Minha herança é o trabalho. Bruno Portella

Entre os destaques da curadoria está a tirinha "Os Santos - Uma tira de (humor) ódio". Muito conhecido nas redes sociais, o projeto da escritora Triscila Oliveira e do ilustrador Leandro Assis joga luz sobre assuntos como a desigualdade social, a falta de empatia e o racismo, entre outros temas, a partir de situações do cotidiano. Obras relacionadas à pandemia, como a de Max Willà Morais, na qual os artistas retratam o isolamento dentro de suas casas, também estarão no acervo. Outro destaque é uma grande instalação com filtros de barro, do Estúdio Gru.A, que mostra a relação entre a água e a cidade. O trabalho cria um novo sub-ramal de distribuição de água do edifício do MAR, prolongando-o até a calçada da Praça Mauá, onde são instaladas três bicas públicas

Inicialmente, "Casa Carioca" estava prevista para inaugurar em maio deste ano como parte da programação do Congresso Mundial de Arquitetos - UIA e, por conta da pandemia da Covid-19, tanto a exposição quanto o congresso precisaram ser adiados. Por isso, em abril, o museu iniciou a campanha #CasaCariocaMAR que levou para as redes sociais conteúdos inéditos relacionados à mostra coletiva, já despertando a atenção e interesse do público para a exposição.

Casa Carioca - Marie Nivoulies de Pierrefort Casa da Glória [Década de 1950] Óleo sobre tela

Individual de Aline Motta é um mergulho na memória da família da artista

O MAR também apresenta ao público "Aline Motta: memória, viagem e água". Inédita no Rio de Janeiro, a individual da artista fluminense convida o público a um denso mergulho na história de sua família, por meio de montagem imersiva que apresenta uma trilogia de videoinstalações de forma sequencial e dinâmica. Ocupando uma galeria do 1º andar do pavilhão de exposições, os três trabalhos - "Pontes sobre abismos" (2017), "Se o mar tivesse varandas" (2017) e "Outros fundamentos" (2019) - tomaram forma após a artista descobrir um segredo de família contado pela avó: sua bisavó era escrava e havia engravidado após ser abusada por seu dono. A partir da revelação, Aline iniciou uma busca por suas raízes em lugares distantes entre si, mas aproximados pelo Oceano Atlântico. Tudo isso é alinhado em uma obra repleta de água salgada, doce, transparente ou poluída.

"A confidência de minha avó, Doralice, foi o ponto de partida para iniciar a gravação da trilogia. Na busca por informações sobre o passado da minha família, em um trabalho que durou quatro anos para ser finalizado, realizei quatro viagens super intensas por Serra Leoa, Nigéria, Portugal e também pelo Brasil, onde foram coletadas imagens e documentos para compor as videoinstalações. Essas descobertas marcam o modo que encontrei para lidar com os fatos étnico-raciais na minha família, visando entender melhor seus efeitos no presente", afirma a artista.

Por meio de sua obra, Aline se aprofunda em histórias ligadas à escravidão negra e de como sua família - de um lado portuguesa, de outro africana e afro-brasileira - é atravessada por essas relações desiguais que definem as particularidades da sociedade brasileira. Com as videoinstalações, a artista aborda essas questões de maneira poética, propondo um mergulho em suas próprias vivências e memórias.

"A obra de Aline Motta adensa-se em cores, contrastes, sombras, buscando altas definições que não estão nas imagens, mas, antes, nas histórias para além da fotografia. Invocam-se as vozes, os corpos, os nomes e sobrenomes, ampliando os sentidos de muitas histórias de vida. A fotografia se reordena entre achados e perdidos; muitas vezes nos confundimos entre documentos de gaveta e o presente fotográfico coletado diretamente. Com isso, pontes são construídas a todo instante, entre Brasil e África, Rio de Janeiro, Bahia e Lagos, entre a artista e suas avós, seus parentes no Orun", escreve Marcelo Campos, curador chefe do MAR, no texto de apresentação da exposição.

Casa Carioca - Alan Fontes. Série Sweet Lands No. 2. 2010

Apenas visitas programadas enquanto o museu permanecer fechado

As exposições e toda a programação online oferecida pelo MAR desde o início da pandemia foram viabilizadas por seus parceiros e patrocinadores e executadas por uma equipe mínima. Até que a Prefeitura do Rio faça a recomposição dos recursos financeiros necessários para o seu pleno funcionamento, o museu permanecerá fechado.

Por ora, "Casa Carioca" e "Aline Motta: memória, viagem e água" poderão ser visitadas apenas mediante inscrição gratuita no site https://www.museudeartedorio.org.br. No mês de setembro as visitas ocorrerão entre os dias 22 e 26 e serão permitidas até 60 pessoas a cada 2h. O escalonamento e o limite de pessoas, muito abaixo da capacidade do museu, visam atender aos protocolos sanitários de combate ao Covid-19. O uso de máscaras será obrigatório durante toda a permanência no museu.

 

Leia: Artista plástica brasileira Carolina Mascarenhas expõe em Lisboa

Por: REDAÇÃO DELOOX

Super Mario Bros chega aos 35 anos com itens comemorativos exclusivos

Segunda-feira 14 Setembro 2020 / Comportamento

Coleção Super Mario Bros da Moschino (Foto: Divulgação)

O queridíssimo personagem do jogo Super Mario Bros chegou ao seu 35º aniversário com muitas novidades para os geeks. Quem quiser ir além dos consoles do Nintendo vai poder comprar diversos produtos exclusivos que vão desde o maior Lego Mario do mundo a uma coleção de alta costura da Moschino.

Para celebrar, a maior estátua de Lego Mario deste planeta foi feita com 40 mil blocos de lego e criada pelo escultor Dirk VH, que também criou um Lego Luigi, o irmão mais novo do mascote da Nintendo.

Lego Mario (Foto: Divulgação)

Aliando se à Nintendo, Moschino criou uma coleção diversa que reúne camisetas gráficas, suéteres de malha, acessórios de couro e bolsas em cores fortes que trazem imagens dos personagens do game.

Coleção Super Mario Bros da Moschino (Foto: Divulgação)

Quem se lembra dos antigos consoles da Nintendo? A Lego traz o modelo NES, sucesso dos anos 80, que inclui um cartucho e um controle quadrado. O aspecto mais legal desse conjunto é possibilidade de mover o Mario pelo curso do jogo usando um botão na lateral da TV. Com 2.646 peças, o conjunto temático Lego Super Mario dá a chance de gamers adultos compartilharem a experiência do jogo na década de 1980 com os seus próprios filhos.

Console NES de Lego (Foto: Divulgação)

Daniel Arsham, um artista contemporâneo de Nova York, deu ao mundo uma versão artística do encanador italiano, não em seu traje usual, mas em um pigmento rosa claro. Os fãs do mundo dos jogos são tão leais quanto os amantes da arte e este remendo de gesso fundido combina os dois mundos. Medindo 120 cm x 107 cm, a escultura foi vendida por cerca de 52 mil dólares.

Arte de Daniel Arsham - 120cm x 107cm (Foto: Divulgação)

Outras novidades da comemoração de 35 anos do Super Mario Bros podem ser anunciadas a qualquer momento pela Nintendo e marcas parceiras.

Por: REDAÇÃO DELOOX

Artista plástica brasileira Carolina Mascarenhas expõe em Lisboa

Sexta-feira 11 Setembro 2020 / Comportamento

Carolina Mascarenhas (Foto: Divulgação)

A artista Carolina Mascarenhas aterrissou no continente europeu e inaugurou a sua primeira exposição em Lisboa, na Casa Pau-Brasil. Com curadoria de Thiago Verardi, a imersão reúne um amplo espectro de formatos que prometem estimular os cinco sentidos dos espectadores. A instalação é composta por tecidos tingidos com cúrcuma, hibisco e urucum, além de obras que utilizam técnicas ancestrais e seus aromas. Quem estiver por lá vai poder assistir a um vídeo documental sobre o processo criativo deste projeto.

O discurso da exposição foi inspirado no poema épico “Paraíso Perdido”, de John Milton, enquanto a mais evidente referência visual é “O Jardim das delícias terrenas”, pintado por Hieronymus Bosch. “As obras são na maioria das vezes ambíguas, remetem à flora brasileira e também aos órgãos. Essas semelhanças que existem na natureza sempre me interessaram muito”, conta Mascarenhas.

A relação entre mundo interno e externo, microcosmo e macrocosmo, sempre chamou a atenção da artista, mas, durante o isolamento social provocado pela pandemia, esta ligação se tornou mais urgente em seu trabalho. Foi por sincronia, não coincidência, que as janelas da exposição no palácio Castillo observam o jardim botânico de Lisboa. A experiência funciona como uma metáfora para a dualidade humana: "podemos sentir a sinestesia, perceber os limites dos sentidos e se conectar ao invisível sem deixar de denunciar o impacto ambiental que provocamos", diz Mascarenhas.

Carolina Mascarenhas (Foto: Divulgação)

SERVIÇO

Rua da Escola Politécnica, 42-46 Lisboa, Portugal

Segunda a sábado - De 11h às 20h

Fechado aos domingos

Por: REDAÇÃO DELOOX

Embaixadores do Rio apresentam a campanha 'Rio Diversidade'

Quarta-feira 09 Setembro 2020 / Comportamento

A associação dos Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro, presidida por Cláudio Castro, lançou a campanha "Rio Diversidade", com apoio da IGLTA - Associação Internacional de Turismo LGBT. O objetivo do projeto é mostrar a cidade de forma plural e de portas abertas para receber pessoas de todas as etnias. Idealizada por Viviane Fernandes e Bayard Boiteux, o vídeo - que sintetiza a ação - traz depoimentos de Clovis Casemiro, Bruno Chateaubriand, Thelma Innecco, André Melo, Isabelita dos Patins, entre outros. 

Assista ao vídeo.

Por: REDAÇÃO DELOOX