COVID-19 na gravidez: saiba o que fazer para proteger o bebê

Segunda-feira 21 Setembro 2020 / Saúde e Bem Estar

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Diversos estudos têm sido feitos, desde o início da pandemia, para demonstrar a transmissão de COVID-19 de mulheres grávidas contaminadas para seus bebês. A maioria destes relatórios aponta que grande parte dos recém-nascidos não está infectada pelo novo coronavírus.

Porém, um número reduzido de neonatos testou positivo para COVID-19, o que levou pesquisadores a examinarem se a transmissão vertical ocorre e, caso aconteça, se ela se desenvolve no útero antes do parto. É o que demonstra recente estudo publicado no Archives of Pathology & Laboratory Medicine, publicação mensal do College of American Pathologists (CAP).

A análise da placenta, maior dos órgãos fetais, tem sido importante para compreender os mecanismos de transmissão de outros vírus em mulheres grávidas para o feto, a exemplo do HIV, Ebola e Zika. Em especial no caso da COVID-19, estudos apontam que em casos raros a transmissão transplacentária do coronavírus acontece.

“A importância deste estudo reside no fato de que um número crescente de mulheres grávidas com COVID-19 está sendo relatado no mundo inteiro. Porém, a maioria dos bebês que nascem destas mulheres infectadas não são positivos para coronavírus. É importante determinarmos se existe realmente ou não a transmissão vertical e como isso pode acontecer. Existem várias maneiras de um vírus ser transmitido para um bebê durante a gravidez, de mãe para filho, verticalmente, por três mecanismos diferentes”, explica a Dra. Maria Cecília Erthal, ginecologista especializada em reprodução humana assistida, à frente do Vida – Centro de Fertilidade.

A especialista traz para o Deloox algumas considerações sobre o estudo. Veja a seguir.

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Mecanismos de transmissão vertical dos vírus da mãe para o bebê

 - Durante a gravidez (vida intrauterina), acontece por dois mecanismos principais:  pelo sangue que irriga a placenta – que vem da mãe e passa para o bebê – ou por via ascendente – por meio de bactérias, de germes da via vaginal, que podem ascender e atingir a cavidade amniótica e o bebê.

- No momento do parto - quando o bebê passa pelo canal do parto, que está infectado pelo vírus.

- No pós-parto – através da mãe infectada, com as suas secreções respiratórias, através do contato com a pele dela, e pelo leite materno.

Sobre a transmissão com coronavírus 

“A grande maioria destes bebês, que nasceram de mulheres grávidas infectadas com o coronavírus, não estavam infectados. Porém, os que apresentam testes ou sintomas, nas primeiras 24h-72h de vida, existe a suspeita de que esse bebê tenha sido contaminado durante a gestação ou durante o parto. É muito difícil se ter certeza se houve ou não a passagem do vírus pela placenta”, ressalta a especialista.

Houve a transmissão vertical. O que fazer?

- Orientar o manejo destas mães grávidas com COVID-19 no final da gestação.

- Os cuidados com o parto, o tipo de parto – será que vai ser necessário uma cesariana?

-  Os cuidados com o recém-nascido – se vai precisar fazer isolamento ou ir para uma UTI de cuidados intensivos.

“Tudo isso com a intenção de minimizar os riscos de infecção neonatal”, indica a Dra. Maria Cecília Erthal.

Sobre o estudo em análise

O que se sabe até hoje é que a melhor maneira de se confirmar a transmissão transplacentária é analisando as células da placenta – se consegue demonstrar a presença do antígeno viral ou RNA do vírus nessas células da placenta. Os testes para comprovar a presença do antígeno ou do RNA na placenta não são realizados na maioria dos laboratórios.

O que o estudo sugere é que, sempre que possível, nas mães que estão infectadas pelo COVID-19, que tem o coronavírus no momento do parto, que guardem a placenta para um estudo específico, na intenção de se avaliar se houve contaminação, se essas células apresentam antígeno viral ou não, para poder determinar e ter certeza, se existe ou não, transmissão ascendente e aí determinar os cuidados necessários ao tipo de parto e em relação ao bebê recém-nascido.

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Por: REDAÇÃO DELOOX

Mulheres do povo yawanawa e FARM criam coleção em parceria

Sexta-feira 18 Setembro 2020 / Moda

FARM - yawanawa (Foto: Divulgação)

Há três anos, nasceu a primeira coleção da FARM com as mulheres do povo yawanawa. A marca, desde a sua primeira viagem ao Rio Gregório, no Acre – Amazônia, tem seguido em constante parceria com as artesãs das aldeias. Juntas, acabam de lançar mais uma que já está no site e nas lojas.

“A FARM apareceu na vida das mulheres yawanawa no momento certo. É por isso que dá certo. Todas as parcerias que tem vindo de encontro aos yawanawa têm trazido resultados muito positivos. A alma do negócio tem que beneficiar as pessoas e o meio-ambiente. E isso tem sido feito de forma muito bonita. Cada pessoa que compra uma peça está contribuindo para um mundo melhor e está fazendo a parte dela. Contribuindo para um negócio sustentável. Cada agulha que entra numa miçanga vai com uma oração, um mantra... mágico”, diz Tashka yawanawa, da liderança política do povo yawanawa.

Em uma cartela de cor baseada no rosa com estampas de folhagem e elementos da natureza, a FARM aproveita o lançamento da coleção pra reafirmar alguns feitos que a as parcerias com as mulheres artesãs prioriza, como apoio ao trabalho artesanal, apoio ao festival cultural yawanawa, o mariri, e instalação de internet nas aldeias, a pedido do povo yawanawa.

“Agradeço a FARM por esta parceria poderosa, que empodera as mulheres yawanawa. A chegada da internet às aldeias é uma revolução. Ver as mulheres felizes trabalhando, é muito bom”, comenta Laura yawanawa.

A parceria acontece lado a lado: do processo criação à precificação conjunta do trabalho feito. As estampas são criadas com base na criação artística e dos elementos adotados pelas mulheres artesãs – tudo aprovado por elas. Assim, lado a lado, o resultado vai ganhando a cara de todo mundo. Como contrapartida, o apoio financeiro gerado com a parceria já beneficiou a formação de jovens yawanawa em administração e contabilidade, além de compra e doação de barco para a rautihu yawanawa. A doação de roupas e Pantys (marca parceira de calcinhas absorventes reutilizáveis) para as aldeias yawanawa é também uma das entregas da FARM.

FARM - yawanawa (Foto: Divulgação)

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Por: REDAÇÃO DELOOX

Westwing revela campanha exclusiva com curadoria de Bela Gil

Quinta-feira 17 Setembro 2020 / Comportamento

Bela Gil (Foto: Divulgação)

Pela primeira vez, Bela Gil dividiu os itens essenciais de sua cozinha em campanha com o Westwing. Quem entrar no site até o dia 27 de setembro terá acesso a essa curadoria especial e também poderá comprar o seu novo livro "Simplesmente Bela: Receitas e dicas para seu corpo e sua casa".

A troca entre o Westwing e a chef aconteceu de forma natural e o ponto de partida foi a trajetória brilhante de Bela como ativista do meio ambiente e grande porta-voz de uma alimentação mais saudável. A proposta é apresentar uma seleção de produtos que podem auxiliar na rotina, assim como proporcionar ideias sustentáveis para todos os lares. Da mesma forma que um conjunto de facas é fundamental na cozinha, a campanha também apresenta uma seleção de composteiras e outros itens que somam no cotidiano.

Há a impressão de que manter uma composteira pode ser complicado, mas Bela quer desmistificar essa ideia: "É um dos meus itens favoritos. É muito importante entender o fechamento do ciclo dos alimentos. Em vez de jogar fora o lixo orgânico, coloque na composteira, aquilo vai virar adubo para o alimento crescer. Tem minhoca, mas não chega a ser um pet que você precisa cuidar, ela é fácil, prática, ecológica e sustentável".

Bela Gil (Foto: Divulgação)


A alimentação natural está a um passo de você e Bela adverte que é um caminho sem volta: "Quando você começa neste universo, não tem saída, percebe que é muito melhor". A máxima que leva na vida, "desembale menos e descasque mais", encantou 1,5 milhão de seguidores no Instagram, sem contar os fiéis telespectadores dos seus programas e mais os leitores de seus livros.

Para quem deseja dar o primeiro passo a um futuro mais orgânico, a dica é ir com calma: "Não vislumbre uma alimentação 100% natural em uma semana, se você tem uma alimentação junkie. Comece aos poucos: experimente ficar um mês sem refrigerante, troque o açúcar refinado e por aí vai". As substituições são possíveis e a quarentena mostrou que as pessoas estão dispostas a dedicar mais tempo ao cuidado, seja no corpo ou na casa.

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Por: REDAÇÃO DELOOX

Museu de Arte do Rio apresenta duas exposições inéditas

Quinta-feira 17 Setembro 2020 / Comportamento

Casa Carioca - Ione Saldanha Sem Título, Sem data. Aquarela sobre papel

O Museu de Arte do Rio - MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, apresenta sua principal exposição do ano: "Casa Carioca". Com um recorte de cerca de 600 obras e mais de 100 artistas, a mostra apresenta temas como sociabilidade, o papel da mulher como esteio de família e direito à moradia. Trabalhos que retratam o período de isolamento social também fazem parte da montagem assinada por Marcelo Campos, curador-chefe do MAR, e Joice Berth, arquiteta, urbanista e ativista do movimento feminista negro. A Vale é patrocinadora da exposição por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

A exposição ocupará integralmente duas galerias do terceiro andar da instituição, além da Sala de Encontro localizada no térreo. Reunindo nomes como Érica Magalhães, Max Willà Morais, Maxwell Alexandre, Millena Lízia, Mulambö, Rafael BQueer, Raquel Nava, Rodrigo Torres, Wallace Pato, Yhuri Cruz e Yuri Firmeza, "Casa Carioca" é a exposição do MAR com maior número de artistas jovens e periféricos. São trabalhos nos mais diversos suportes, como vídeos, objetos, instalações, fotografias e pinturas, que dialogam com temas como a diferença entre as moradias de favela e as moradias de elite - designadas aqui como exceções -, incêndios, mudanças, construções, demolições e celebrações.

Além de apresentar ao público a produção contemporânea de novos talentos da arte brasileira, a mostra também contará com trabalhos de artistas consagrados, como Adriana Varejão, Alfredo Volpi, André Rebouças, Beatriz Milhazes, Cícero Dias, Lasar Segall, Marcel Gautherot, Mestre Valentim e Walter Firmo. Além de obras da Coleção MAR, trabalhos emprestados por mais de 30 instituições e por colecionadores ajudam a formar o percurso expositivo, que começa com uma linha do tempo da arquitetura no Rio de Janeiro e segue por 10 núcleos que fazem uma abordagem transversal das questões relacionadas ao morar.

"Durante a fase de pesquisas, nos deparamos com um dado surpreendente. Apenas 15% das casas brasileiras são construídas por arquitetos, com a grande maioria se enquadrando no que os especialistas chamam de autoconstrução, quando o próprio morador comanda a obra com ajuda de parentes e vizinhos. Pensando nisso, buscamos artistas e trabalhos que tratam das condições dessas moradias e que exploram o interior das residências, relacionando-as com a questão social", conta o curador Marcelo Campos.

Das redes sociais para o museu

Casa Carioca - Minha herança é o trabalho. Bruno Portella

Entre os destaques da curadoria está a tirinha "Os Santos - Uma tira de (humor) ódio". Muito conhecido nas redes sociais, o projeto da escritora Triscila Oliveira e do ilustrador Leandro Assis joga luz sobre assuntos como a desigualdade social, a falta de empatia e o racismo, entre outros temas, a partir de situações do cotidiano. Obras relacionadas à pandemia, como a de Max Willà Morais, na qual os artistas retratam o isolamento dentro de suas casas, também estarão no acervo. Outro destaque é uma grande instalação com filtros de barro, do Estúdio Gru.A, que mostra a relação entre a água e a cidade. O trabalho cria um novo sub-ramal de distribuição de água do edifício do MAR, prolongando-o até a calçada da Praça Mauá, onde são instaladas três bicas públicas

Inicialmente, "Casa Carioca" estava prevista para inaugurar em maio deste ano como parte da programação do Congresso Mundial de Arquitetos - UIA e, por conta da pandemia da Covid-19, tanto a exposição quanto o congresso precisaram ser adiados. Por isso, em abril, o museu iniciou a campanha #CasaCariocaMAR que levou para as redes sociais conteúdos inéditos relacionados à mostra coletiva, já despertando a atenção e interesse do público para a exposição.

Casa Carioca - Marie Nivoulies de Pierrefort Casa da Glória [Década de 1950] Óleo sobre tela

Individual de Aline Motta é um mergulho na memória da família da artista

O MAR também apresenta ao público "Aline Motta: memória, viagem e água". Inédita no Rio de Janeiro, a individual da artista fluminense convida o público a um denso mergulho na história de sua família, por meio de montagem imersiva que apresenta uma trilogia de videoinstalações de forma sequencial e dinâmica. Ocupando uma galeria do 1º andar do pavilhão de exposições, os três trabalhos - "Pontes sobre abismos" (2017), "Se o mar tivesse varandas" (2017) e "Outros fundamentos" (2019) - tomaram forma após a artista descobrir um segredo de família contado pela avó: sua bisavó era escrava e havia engravidado após ser abusada por seu dono. A partir da revelação, Aline iniciou uma busca por suas raízes em lugares distantes entre si, mas aproximados pelo Oceano Atlântico. Tudo isso é alinhado em uma obra repleta de água salgada, doce, transparente ou poluída.

"A confidência de minha avó, Doralice, foi o ponto de partida para iniciar a gravação da trilogia. Na busca por informações sobre o passado da minha família, em um trabalho que durou quatro anos para ser finalizado, realizei quatro viagens super intensas por Serra Leoa, Nigéria, Portugal e também pelo Brasil, onde foram coletadas imagens e documentos para compor as videoinstalações. Essas descobertas marcam o modo que encontrei para lidar com os fatos étnico-raciais na minha família, visando entender melhor seus efeitos no presente", afirma a artista.

Por meio de sua obra, Aline se aprofunda em histórias ligadas à escravidão negra e de como sua família - de um lado portuguesa, de outro africana e afro-brasileira - é atravessada por essas relações desiguais que definem as particularidades da sociedade brasileira. Com as videoinstalações, a artista aborda essas questões de maneira poética, propondo um mergulho em suas próprias vivências e memórias.

"A obra de Aline Motta adensa-se em cores, contrastes, sombras, buscando altas definições que não estão nas imagens, mas, antes, nas histórias para além da fotografia. Invocam-se as vozes, os corpos, os nomes e sobrenomes, ampliando os sentidos de muitas histórias de vida. A fotografia se reordena entre achados e perdidos; muitas vezes nos confundimos entre documentos de gaveta e o presente fotográfico coletado diretamente. Com isso, pontes são construídas a todo instante, entre Brasil e África, Rio de Janeiro, Bahia e Lagos, entre a artista e suas avós, seus parentes no Orun", escreve Marcelo Campos, curador chefe do MAR, no texto de apresentação da exposição.

Casa Carioca - Alan Fontes. Série Sweet Lands No. 2. 2010

Apenas visitas programadas enquanto o museu permanecer fechado

As exposições e toda a programação online oferecida pelo MAR desde o início da pandemia foram viabilizadas por seus parceiros e patrocinadores e executadas por uma equipe mínima. Até que a Prefeitura do Rio faça a recomposição dos recursos financeiros necessários para o seu pleno funcionamento, o museu permanecerá fechado.

Por ora, "Casa Carioca" e "Aline Motta: memória, viagem e água" poderão ser visitadas apenas mediante inscrição gratuita no site https://www.museudeartedorio.org.br. No mês de setembro as visitas ocorrerão entre os dias 22 e 26 e serão permitidas até 60 pessoas a cada 2h. O escalonamento e o limite de pessoas, muito abaixo da capacidade do museu, visam atender aos protocolos sanitários de combate ao Covid-19. O uso de máscaras será obrigatório durante toda a permanência no museu.

 

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Por: REDAÇÃO DELOOX

Conheça cinco rooftops brasileiros para curtir as cidades nas alturas

Quarta-feira 16 Setembro 2020 / Viagem e Turismo

B Hotel, em Brasília (Foto: Divulgação)

Aos poucos, hotéis e restaurantes vão reabrindo e os que oferecem uma bela vista voltam a ser procurados. As cidades, por sua vez, observadas de cima revelam um conjunto quase nunca percebido no cotidiano. Apreciar este cenário em um agradável rooftop complementa a experiência, principalmente quando é possível desfrutar também de uma infraestrutura de bar ou restaurante, onde além do visual a atmosfera é convidativa para petiscar e bebericar.

Conheça cinco rooftops para ver as cidades do Brasil por um ângulo mais exclusivo.

Para os românticos: Terraço Itália, em São Paulo

Terraço Itália - São Paulo (Foto: Divulgação)

Um espaço tradicional, tido como cartão postal da cidade e que reúne restaurante, bar e salões envidraçados, de onde se avista a vibrante São Paulo, do alto de mais de quarenta andares, no centro da cidade. A cozinha é toscana, mas também serve especialidades de outras regiões da Itália, com o toque do chef Pasquale Mancini. No bar, drinks e petiscos, além de uma generosa carta de vinhos, complementam o visual.

Para os descolados: B Hotel, em Brasília

B Hotel - Brasília (Foto: Divulgação)

Situado no Eixo Monumental, este moderno e elegante hotel respira design e é um marco na arquitetura da cidade. Projeto do arquiteto Isay Weinfeld, tem na cobertura um cobiçado espaço, o Bar 16, onde hóspedes e passantes disputam lugares para desfrutar de drinks, petiscos e do famoso entardecer que pinta toda a cidade de tons vermelhos, dourados e rosa. Dali de cima se divisa a imensidão de Brasília, com suas vias amplas, linhas retas e o céu sem limites que se espalha por todos os ângulos, permitindo um impactante pôr do sol.

Para curtir a vista: Pestana Rio Atlântica, no Rio de Janeiro

Pestana Rio Atlântica (Foto: Divulgação) 

Na Cidade Maravilhosa, o destaque fica por conta de um dos rooftops mais badalados da capital carioca, o Deck Bar do Pestana Rio Atlântica. Com uma vista de tirar o fôlego para a belíssima praia de Copacabana, o empreendimento é uma pedida para curtir os encantos do poente desfrutando de bons drinks e, no caso de uma hospedagem, até mesmo um dia de piscina em grande estilo.

Para os amantes de uma boa festa: The Roof, em Florianópolis

The Roof (Foto: Divulgação) 

Sofás e poltronas de couro, lustres sinuosos e vista para o mar. Assim é o The Roof, em Florianópolis. Inserido na cobertura do Hotel Majestic, o lounge bar mais luxuoso e badalado de “Floripa” buscou inspiração nos charmosos rooftops de Nova York para criar uma proposta única e seleta de entretenimento para não mais que 300 pessoas. Anexo ao espaço, o Black Sheep, restaurante do Chef Emerson Kim, completa a experiência ao apresentar uma culinária japonesa que integra elementos de outras culturas no cardápio de peixes.

Para tomar um drink entre uma comprinha e outra: Gards, em Curitiba

Gards (Foto: Divulgação)

Inserido na cobertura do Shopping Pátio Batel, em Curitiba, este charmoso lounge bar é a pedida para quem procura um ambiente aberto, descontraído e de muito bom gosto para um happy-hour ou até mesmo uma noite mais agitada. A exclusiva carta de drinks, criada pelo bartender Gustavo Smolinski, é o ponto forte da casa, que também oferece cervejas artesanais e uma adega com diversos rótulos de vinhos portugueses, italianos e espanhóis.

 

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Por: REDAÇÃO DELOOX